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Críticas A Visita da Velha Senhora

Intensidade e pungência arrebatadoras, que fazem de A Visita da Velha Senhora uma experiência fascinante para o público.
Renato Mello, crítico Botequim Cultural

Há, nesta montagem, soluções de grande originalidade, com movimentos de cena inspirados. É muito bom ver bom teatro!
 Ida Vicenzia, da Associação Internacional de Críticos de Teatro

A diretora mantém a integridade do original, numa transcrição fiel e respeitosa, que se pode atribuir as bem avaliadas condições humanas e materiais de que dispunha.
Macksen Luiz - Jornal O Globo

Ao ser concebida como um jogo teatral milimétrico, um contundente fato de teatro, experimento de linguagem, sem desejo realista intimista ou mimético, a montagem pergunta se a própria vida também pode ser teatro. Um teatro cruel, no qual as pessoas passam ligeiras, descartáveis como personagens, e saem de cena, sem ilusões.
Seria fundamental, então, para que este teatro da vida valesse a pena, que ele fosse pródigo em valores inquestionáveis. Valores capazes de fazer da aventura da vida um projeto de excelência, comparável a este Teatro na Justiça: um projeto real que parte do teatro para ampliar o papel da justiça na vida do cidadão, num sentido que certamente jamais iria agradar à velha senhora.
Tânia Brandão, Teatróloga e crítica, Folias Teatrais

Sob uma direção primorosa, todos os atores, sem qualquer exceção, fazem um trabalho digno de todos os elogios.  Destaques: Maria Adélia faz uma interpretação antológica de Clara Zahanassian. Um trabalho digno de premiação! Marcos Ácher, com seu primoroso Alfredo Schill.
Gilberto Bartholo, crítico

Maria Adélia, está fantástica no papel. O mesmo se pode dizer de Marcos Ácher. Todo o elenco está ótimo e a encenação resolve com muita inteligência esse primoroso texto de Dürrenmatt. Não percam.
Luis Artur Nunes, diretor teatral

Um alívio constatar que ainda há espaço para a corajosa empreitada de montar um espetáculo tão lindamente executado e que chacoalha a alma. Falar de justiçamento, em momento que ganha corpo o coro do ¿mata e esfola¿, na casa da Justiça, é uma profissão de fé.
Andréa Pachá, Juíza de Direito do TJRJ e escritora.

Direção e elenco compreenderam o valor dessa obra- prima e deram vida, com talento, a uma história sobre a ética dos nossos dias. No Brasil do Mensalão e da Lava-Jato, é um espetáculo necessário e urgente, numa bela encenação! Parabéns ao CCPJ!

José Henrique, diretor teatral e professor da ECO- UFRJ