Palestra alerta integrantes dos projetos sociais do TJRJ sobre DST e Aids
Notícia publicada por Assessoria de Imprensa em 22/02/2019 16:49

“Não se pode esperar que a doença se instale no nosso organismo”. O alerta é da psicóloga e mestre em Educação Kátia Maria Braga Edmundo e foi dirigido aos integrantes dos projetos sociais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na palestra ‘Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (Aids)’. A exposição foi realizada nesta sexta-feira, dia 22, no auditório Desembargador José Navega Cretton, por iniciativa do Departamento de Ações Pró-Sustentabilidade (Deape) do TJRJ.

Kátia Maria Braga destacou a importância de, periodicamente, os jovens fazerem testes e exames, principalmente diante de possíveis suspeitas dos sinais das doenças. Para a especialista, o acompanhamento médico é imprescindível, pois algumas doenças possuem fases em que as características físicas podem surgir e desaparecer. “Essas infecções podem contribuir com um aumento de até 18 vezes para o indivíduo contrair o vírus HIV porque uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), antes conhecida como DST, deixa o organismo com imunidade baixa”, explicou.

De acordo com a psicóloga, a proteção e a prevenção são igualmente importantes em relações homoafetivas, assim como para integrantes de grupos estatisticamente vulneráveis à exposição de vírus e bactérias. “A sociedade precisa se prevenir e ser mais solidária. O preconceito é uma doença e a informação é a cura”, disse Kátia Maria.

O Brasil distribui gratuitamente medicamentos antirretrovirais para tratamento de portadores do HIV, desde 1996. Os atendimentos podem ser buscados no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), na Ouvidoria do SUS, através do Disque-Saúde (136), e na Central de Atendimento à Mulher (180).

LH/PC

Foto: Felipe Cavalcanti/TJRJ