TJRJ promove 3º Circuito Cultural visitando o Museu de Belas Artes do Rio
Notícia publicada por Assessoria de Imprensa em 12/08/2019 14:49

O Departamento de Ações Pró-Sustentabilidade (Deape) do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro realizou nesta sexta-feira (9/8) a 3ª atividade do Circuito Cultural de 2019 com o tema Museus. A atividade realizada foi a visita guiada ao Museu de Belas Artes do Rio (MNBA), localizado no Centro do Rio, na Av. Rio Branco.

Percorrendo suas galerias, os visitantes puderam vislumbrar, como em poucos espaços culturais do país, a história das artes plásticas no Brasil desde os seus primórdios até a contemporaneidade.

Ocupando atualmente uma área de 17.000 m², o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC constitui-se num vigoroso centro irradiador de conhecimento e divulgação da arte brasileira. 

A maioria dos convidados não conhecia o local. Na visita guiada, que teve duração de 1h30min, os participantes puderam conhecer todo o espaço, tirando dúvidas com os guias, interagindo e aprendendo com a exposição disponibilizada no Museu.

Participaram da atividade integrantes dos projetos Começar de Novo, Jovens Mensageiros, Justiça pelos Jovens e Pais Trabalhando.

Linha do tempo do Museu de Belas Artes do Rio

Situado no centro histórico do Rio de Janeiro, o edifício de arquitetura eclética foi projetado em 1908 pelo arquiteto Adolfo Morales de Los Rios para sediar a Escola Nacional de Belas Artes, herdeira da Academia Imperial de Belas Artes, que foi construído durante as modernizações urbanísticas realizadas pelo prefeito Pereira Passos na então Capital Federal.

Criado oficialmente em 1937 por Decreto do presidente Getúlio Vargas, o Museu Nacional de Belas Artes conjugou a ocupação do prédio com a Escola Nacional de Belas Artes (EBA) até 1976, quando a EBA foi deslocada para a ilha do Fundão. Neste mesmo ano, com a criação da Fundação Nacional de Arte (Funarte) houve novo compartilhamento.

Em 24 de maio de 1973, o edifício da Avenida Rio Branco 199 foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a partir de 2003, a imponente construção passou a abrigar na sua totalidade o MNBA.

Avançando na linha do tempo, em 2009 o MNBA foi incorporado pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura. Hoje é a instituição que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros.

A bicentenária coleção do Museu Nacional de Belas Artes se originou de três conjuntos de obras distintos: as pinturas trazidas por Joaquim Lebreton, chefe da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro em 1816; os trabalhos pertencentes ou aqui produzidos pelos membros da Missão, entre os quais se destacam Nicolas-Antoine Taunay, Jean-Batiste Debret, Grandjean de Montigny, Charles Pradier e os irmãos Ferrez; e as peças da Coleção D. João VI, deixadas por este no Brasil, ao retornar a Portugal, em 1821.

MM / SF

Fotos: Deape/TJRJ

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