Absurdos Insustentáveis: A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

 

O CCMJ - Museu da Justiça-Centro Cultural do Poder Judiciário, em comemoração ao mês do Meio Ambiente, recebe, até 14 de dezembro de 2019 (segunda a sábado), a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como agente transformador na preservação do Meio Ambiente” que reúne obras criadas a partir de resíduos sólidos.
Autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com outros tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.
“Todos sabemos o tanto que o planeta tem sofrido com os abusos do Homem. Nessa exposição poderão ser vistas algumas críticas a esses absurdos”, conta Pinhel.
Na exposição o público deixa de ser mero observador e pode interagir com as peças para sentir a textura dos materiais. Por ser uma exposição orientada ao toque, algumas peças irão privilegiar os portadores de deficiência visual. “São peças para serem vistas até por quem não enxerga”, revela Pinhel.
A exposição irá contar também com uma impressora 3D confeccionando esculturas ao vivo, mostrando que o artista plástico já pode contar com essa espetacular ferramenta.
“Ao longo da história humana, a arte tem cumprido o importante papel na formação de novas consciências. A fabulosa exposição “Absurdos Insustentáveis” evidencia o disparate humano e a urgência na consolidação de novas práticas sustentáveis”, destaca o consultor Padre Omar Raposo, delegado da Associação Cultural Tota Pulchra Internacional para o Brasil.
“O CCMJ tem, dentre os seus valores, o compromisso com o meio ambiente. Quando fomos convidados para a realização da exposição “Absurdos Insustentáveis – A Arte como agente transformador na preservação do Meio Ambiente”, percebemos como o acervo e a crítica ao comportamento humano em relação ao meio ambiente eram tão aderentes aos valores da nossa instituição. Que esse ciclo jamais seja interrompido! ” salienta Sergio Ricardo von Sydow, diretor do CCMJ.

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