Agenda Agosto

Venha conferir as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique e confira.

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Os homens vivem no mistério das palavras conciliadoras.”
A alma encantadora das ruas, de João do Rio.

Na próxima reunião do clube de leitura do Museu da Justiça discutiremos A alma encantadora das ruas, obra-marco da crônica e do jornalismo, de autoria do escritor João do Rio. No encontro em nossa Sala Virtual, no dia 2 de agosto, às 17h, serão abordados alguns dos mais importantes temas presentes nas reportagens de um dos grandes cronistas da cidade do Rio de Janeiro, publicadas em jornal entre 1904 e 1907, e em livro em 1908. Em seus textos, João do Rio retratou o acelerado processo de transformações urbanas e sociais pelo qual passou a metrópole carioca, no período da chamada Belle Époque.

O encontro do Clube Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ), Mestre em Literatura Brasileira (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

2 de agosto, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O Museu da Justiça oferece o curso livre de pintura “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. “Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade a esse incrível trabalho ela criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar as aulas virtuais, ministradas toda semana. A programação do mês de agosto pode ser conferida abaixo.

05 de agosto – Dia dos Pais
12 de agosto – Dia Nacional das Artes
19 de agosto – Revisitando “Papel vincado”
26 de agosto – A Flor da Felicidade

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: João Luiz Duboc Pinaud

Na entrevista concedida ao Programa de História Oral, o magistrado e professor relembra a sua trajetória de vida e a sua história de luta em defesa dos direitos humanos, compartilhando episódios marcantes de sua existência, como a perseguição sofrida durante a Ditadura e a sua experiência como secretário estadual de Justiça do Rio de Janeiro nos anos 2000. São abordadas também questões que podem ser discutidas ainda hoje, em 2021, tais como a descrença no Judiciário e nas demais instituições democráticas, o papel da mídia na formação da opinião pública e seu impacto sobre as decisões judiciais, a neutralidade do Direito, e a relação dos problemas sociais, a exemplo do racismo, com o enfraquecimento do Estado Democrático de Direito. João Luiz Duboc Pinaud faleceu em 23 de abril de 2018, aos 87 anos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 8 de agosto, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

MÚSICA

Fernando Harms

O Museu da Justiça apresenta no dia 15 de agosto o flautista Fernando Harms , em parceria com o Programa Música no Museu. Nascido em Santiago no Chile, Fernando Harms começou seus estudos de flauta no Conservatório Nacional de Música do Chile e posteriormente os aperfeiçoou em Buenos Aires na Argentina. Em 1974-75 foi solista da Orquestra Filarmônica de Rostock na Alemanha e entre 1977 e 1995 foi solista da Orquestra Filarmônica do Teatro Municipal de Santiago, além de participar de diversos quintetos de supro e outros grupos de câmara, tanto de cordas como mistos.

Estreia 15 de agosto, domingo

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Figurações do outro em Lima Barreto

“Não nos lembramos que nós não nos conhecemos uns aos outros, dentro do nosso próprio país, e tudo aquilo que fica pouco adiante dos subúrbios das nossas cidades, na vaga denominação Brasil, terra de duvidosa existência [...].”
Lima Barreto, em carta a Assis Viana.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 18 de agosto, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua terceira edição, intitulada Figurações do outro em Lima Barreto, o Humanitas tematizará aspectos centrais da obra do escritor carioca Lima Barreto, em palestra, seguida de entrevista, do pesquisador e professor da UFRJ Ary Pimentel. O convidado discutirá os modos de representação da alteridade e diversidade, tanto humana quanto social, na escrita do autor de Triste fim de Policarpo Quaresma, e, consequentemente, a sub-representação dos subúrbios e periferias na literatura brasileira, além da denúncia da subalternização de certas vozes no processo de formação da identidade nacional.

Após a palestra e entrevista, os participantes também poderão conversar com o convidado e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes do Educativo e de Produção do Museu da Justiça e a coordenação e mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

18 de agosto, quarta-feira, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjhumanitas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CONVERSAS

Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher

O Museu da Justiça apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

No programa deste mês, abordaremos as multifaces da violência no esporte feminino. Casos de assédio, entre outras situações no esporte, estão longe de serem isoladas no Brasil e no mundo. Para esse encontro contaremos com a presença de Hosana Sant Ana Bastos - professora de educação física, pedagoga, atleta e árbitra de handebol, integrante do quadro de árbitros da Federação Paulista, da Confederação Brasileira e Confederação Pan Americana de Handebol.

“Conversas” é realizado com o apoio da Equipe do Educativo do Museu da Justiça e com a colaboração e mediação da Psicóloga Clínica e Jurídica Maria Augusta Fischer, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

26 de agosto, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas (Palavras Cantadas) – Glauco Mattoso, 70 anos

“Nasci glaucomattoso, não poeta./ Poeta me tornei pela revolta/ que contra o mundo a língua suja solta/ e a vida como báratro interpreta.// Bastardo como bardo, minha meta/ jamais foi ao guru servir de escolta/ nem crer que do Messias venha a volta,/ mas sim invectivar tudo o que veta."
“Soneto natal”, do livro Poesia digesta (2004), de Glauco Mattoso.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 13ª Edição do Sarau das Musas – Glauco Mattoso, 70 anos, em formato virtual, no dia 27 agosto, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição celebraremos os 70 anos do poeta, ensaísta e ficcionista paulista Glauco Mattoso. Herdeiro pós-moderno de poetas como Aretino, Bocage e Gregório de Matos, além de brilhante sonetista, Mattoso é senhor de uma escrita marcada pela sátira, usada como instrumento de crítica aos costumes, às questões sociais e políticas. O encontro contará com as participações da professora e pesquisadora Eliane Robert Moraes (USP e CNPq) , autora de relevantes ensaios sobre o imaginário erótico na literatura, e dos poetas e professores universitários Marcelo Diniz (UFRJ) e Wilberth Salgueiro (UFES) , ambos especialistas na obra do autor em questão.

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas do homenageado, bem como os de sua própria autoria, desde que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Glauco Mattoso.

O Sarau das Musas – Palavras Cantadas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do Museu como Casa ou Templo das Musas (musas: as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística; musas: literalmente, “palavras cantadas”, em grego arcaico), com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, Doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta. Nesta edição, os coordenadores também atuarão como mediadores.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

27 de agosto, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Pedimos para que os participantes entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Para visitar a exposição virtual, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre