Agenda Dezembro

 

A programação cultural nos espaços está suspensa até o retorno das atividades, porém o CCMJ apresenta algumas novidades para você acompanhar nossas atividades de onde estiver.
Acesse e confira o #CCMJcomVc

CCMJ | EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) promove a exposição “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Estreia 6 de dezembro, domingo

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

CCMJ | MÚSICA

Pianista Maria Helena de Andrade / Coral Miscelânia

Dando início a série de concertos para o encerramento da temporada 2020 do programa Música no Museu, o CCMJ apresenta no dia 13 de dezembro uma homenagem a Beethoven pelos 250 anos de sua morte, com o Concerto nº 2 para piano e orquestra, executado pela pianista Maria Helena de Andrade, sob regência do maestro Miguel Campos Neto, gravado no Theatro da Paz, em abril de 2012.

O CCMJ exibe, ainda, a apresentação do Coral Miscelânea realizada em setembro de 2019, no Salão Histórico do I Tribunal do Júri, do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro. O grupo vocal argentino foi criado na cidade de Buenos Aires em 2011 e conta com 27 cantores provenientes de várias cidades. Nesta apresentação, o grupo vocal trouxe em seu repertório obras de Astor Piazzolla e David Azurza, dentre outros.

Estreia 13 de dezembro, domingo

Para assistir a pianista Maria Helena de Andrade, acesse: https://youtu.be/R5hoxBiA8bo

Para assistir ao Coral Miscelânea, acesse: https://youtu.be/9HIPHubQPqY

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Em torno à cova do trucidado, / Também o seu direito é mutilado.”
A exceção e a regra, de Bertolt Brecht

No próximo encontro do Leituras no Palácio, conversaremos sobre a edição de A exceção e a regra, umas das chamadas peças didáticas de autoria do combativo e engajado dramaturgo alemão Bertolt Brecht. Em nossa Sala Virtual, no dia 14 de dezembro, às 17h, última reunião de nosso clube de leitura no ano de 2020, faremos breves leituras dramatizadas de trechos da peça, e conversaremos sobre, entre outros de seus temas, algumas das ideias jurídicas que serviram de suporte ao estado nazista.

Quinzenalmente realizados às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada pela UERJ e instrutor da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

14 de dezembro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas – Homenagem a João Cabral de Melo Neto

“Saltou para dentro da vida/ ao dar seu primeiro grito; e estais aí conversando;/ pois sabeis que ele é nascido.”
Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto.

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 5ª Edição do Sarau das Musas – Homenagem a João Cabral de Melo Neto, em formato virtual, no dia 16 de dezembro, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nessa edição, o Sarau das Musas celebrará o centenário de nascimento do autor de Morte e vida severina, com debate/leitura de poemas do poeta pernambucano, pelos poetas-críticos Antonio Carlos Secchin, Paulo Henriques Britto e Ricardo Vieira Lima. Os autores convidados também lerão poemas próprios que dialogam com a poética cabralina.

Além de conversar com os poetas-críticos, todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, que, preferencialmente, tenham alguma relação com os temas da poesia de João Cabral.

O Sarau das Musas deseja realçar a noção do museu como casa das musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), e pretende resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da coordenação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

16 de dezembro, quarta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | MÚSICA

Pianista José Carlos Vasconcellos

No dia 20 de dezembro, o CCMJ apresenta o último concerto da série de encerramento da temporada 2020 do programa Música no Museu, com o pianista José Carlos Vasconcellos, em recital especialmente dedicado a ocasião, gravado no Salão Nobre do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro, no dia 11/12/2020, sem a presença de público.

José Carlos Vasconcellos estudou sob orientação dos Profs. Aracy Pereira da Silva (com a qual também integrou, por 10 anos, um duo pianístico), Luiz Carlos de Moura Castro e Myrian Dauelsberg. Participou de festivais de música em Portugal, Espanha e Itália, nos quais teve contato com mestres como Helena Sá e Costa e Ludovica Mosca. Apresenta-se no Brasil desde finais dos anos 1990, e a partir de 2014 vem tocando com frequência também no Projeto Música no Museu, inclusive na versão internacional, pela qual já deu concertos em Portugal e Alemanha. Apresentou-se recentemente também na França, nos Estados Unidos e na Argentina. Seu estudo A Natureza do Brasil no Piano de Villa-Lobos (já publicado como livro) lhe valeu a nomeação como membro da Academia Nacional de Música e a participação em diversos simpósios sobre o compositor, no Brasil e no exterior. Teve recitais seus transmitidos pela TV Brasil e pela Rádio MEC. É Procurador do Estado do Rio de Janeiro e professor de Direito Constitucional da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Programa:
BACH-BUSONI – Prelúdio-Coral nº 5: Ich ruf’ zu Dir, Herr (Eu Te invoco, Senhor).
CHOPIN – Noturno op. 9 nº 2.
DEBUSSY – Clair de Lune (da Suíte Bergamasque).
HENRIQUE OSWALD – Valsa Lenta.
VILLA-LOBOS – O Canto do Cisne Negro (transcrição de F. Mignone).
MIGNONE – Improviso.
NEPOMUCENO – Prece (transcrição de Barrozo Netto).
LISZT – São Francisco de Paula caminhando sobre as ondas.

Estreia 20 de dezembro, domingo

Para assistir acesse: https://youtu.be/O4ymnISuK48

Classificação indicativa: livre

CCMJ | HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Luiz Henrique Steele Filho

Luiz Henrique Steele Filho nasceu em 14 de junho de 1916. Tornou-se juiz de direito em 1952 e ascendeu ao cargo de desembargador em 1969. Foi o último presidente do Tribunal de Justiça do antigo estado do Rio de Janeiro, eleito em fevereiro de 1975. Após a fusão desse estado com o da Guanabara, foi corregedor da Justiça, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, da Associação dos Magistrados Fluminenses e do Tribunal Regional Eleitoral. Aposentou-se em 1985, vindo a falecer em 2003.

Durante a entrevista, o magistrado discorreu sobre o início de sua vida profissional, na carreira de policial, e de sua experiência como político. Sob o prisma de um juiz de direito do antigo Estado do Rio de Janeiro, falou sobre o convívio entre o Poder Judiciário, o Poder Executivo e o Ministério Público, além de abordar outras questões, como a sua atuação como presidente do Tribunal Regional Eleitoral.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 22 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico ccmj.seata@tjrj.jus.br.

Estreia 27 de dezembro, domingo

Para assistir, acesse: https://youtu.be/918XVLidMQ8

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a partir de 11 de outubro, a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra Virtual de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O CCMJ, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE por TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: Livre