Agenda Julho

 

A programação cultural nos espaços está suspensa até o retorno das atividades, porém o CCMJ apresenta algumas novidades para você acompanhar nossas atividades de onde estiver.
Acesse e confira #CCMJcomVc

CCMJ_DOC

Direito e Justiça no Brasil

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário apresenta o CCMJ_DOC, uma série de documentários que abordará assuntos relacionados à história da Justiça no estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

Episódio 1 – Direito e Justiça no Brasil

No episódio de estreia, o documentário retrata como se desenvolveu o Direito e a Organização Judiciária no Brasil, tomando por base os três períodos consagrados pela historiografia: Colônia, Império e República. O filme apresenta as principais leis e órgãos judiciais instituídos no país em contexto com os respectivos períodos históricos.

Para assistir acesse:https://www.youtube.com/watch?v=sg4WK_iqU2U

Estreia 5 de julho, domingo | Classificação indicativa: livre

Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares

Clube “Leituras no Palácio” Sala Virtual

“‘Vocês não entendem por que queremos proteger nossa floresta? Perguntem-me, eu responderei!’”
A queda do céu – Palavras de um xamã yanomami, Davi Kopenawa e Bruce Albert

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com a finalidade de promover a leitura de literatura, dá continuidade ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”, destinado, em especial, a realçar os laços entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

O próximo encontro do Clube “Leituras no Palácio”, em ambiente virtual, acontecerá no dia 6 de julho, às 17h, onde discutiremos A queda do céu – Palavras de um xamã yanomami, o relato verbal autobiográfico do xamã yanomami Davi Kopenawa, tornado escrito pelo etnólogo Bruce Albert. Resultado do amistoso convívio por mais de trinta anos de seus autores, a narrativa testemunhal de Kopenawa se faz denúncia contundente contra a destruição da Floresta Amazônica. São palavras de alerta as do prefácio da obra, escrito pelo antropólogo Eduardo Viveiros de Castro: “Chegou a hora, em suma; temos a obrigação de levar absolutamente a sério o que diz os índios pela voz de Davi Kopenawa”. Para a nossa conversa, sugerimos a leitura prioritária das seguintes páginas: 11 a 41 (“Prefácio – O recado da mata”); 43 a 53 (“Prólogo”); e 375 a 498 (a seção “A queda do céu). Para participar, basta enviar um e-mail para se inscrever, conforme instruções ao final.

Quinzenalmente realizados, preferencialmente às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

6 de julho, segunda-feira, às 17h

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 12 anos | Número de participantes: 40 pessoas. Inscrições e informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Conversas

Reflexões e ações no enfrentamento à violência

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) apresenta o programa “Conversas: reflexões e ações no enfrentamento à violência”, como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de questões tão importantes e atuais.

A violência contra a mulher é um fenômeno complexo e merece ser compreendido a partir de múltiplos fatores que estão envolvidos no seu surgimento. Este tipo de violência não é recente e acontece em todas as classes sociais, trazendo danos físicos e psicológicos para a família afetada.

Nesse primeiro encontro, teremos um breve relato de Teresa, que em tempos de pandemia, conta um pouco da sua história, e de seu relacionamento com o marido Pedro. Através da tela do celular, a tecnologia e o lúdico se misturam com o objetivo de compartilhar um pouco o espaço de intimidade, refletindo sobre infância, o lugar esperado da mulher no casamento e sonhos. Teresa costura narrativas que darão início as nossas “Conversas”. “Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer.

16 de julho - quinta-feira, de 17h às 18h30min

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 14 anos | Inscrições e informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares

1ª Edição do Sarau das Musas: Grito Ecoante | Virtual

“Mesmo que voltem as costas/ Às minhas palavras de fogo/ Não pararei/ Não pararei/ Não pararei de gritar.”
Trecho de “Protesto”, poema da antologia Não pararei de gritar, de Carlos de Assumpção

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 1ª Edição do Sarau das Musas: Grito Ecoante, em formato virtual, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que visam expor aproximações entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

O Sarau das Musas, como modo de expressão dos afetos em tempos de isolamento socioemocional, pretende, simultaneamente, resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência, além de cantar e tocar instrumentos e dançar, como faremos juntos.

Com seu Grito ecoante, no dia 17 de julho, às 18h, o Sarau das Musas, em sua primeira edição, ao propor como temas a negritude e o antirracismo, e demais questões da poesia, com destaque para autoras e autores expoentes da literatura negra, brasileiros ou estrangeiros, homenageará o poeta, e ativista da velha guarda do movimento negro, Carlos de Assumpção, com a leitura de poemas da recém-publicada edição de Não pararei de gritar – Poemas reunidos, organizada e posfaciada pelo poeta, e professor da UFRJ, Alberto Pucheu, responsável pelo atual resgate da poesia do autor, ora saudada calorosamente pela crítica.

O Grito ecoante contará com a participação do próprio Carlos de Assumpção, e das poetas Cristiane Sobral e Miriam Alves, em um diálogo poético no qual lerão poemas próprios e/ou uns dos outros, tendo como mediador o poeta Paulo Sabino. Após esse primeiro momento, o sarau se propõe a ler, com “microfone aberto”, poemas de Castro Alves, Cruz e Souza, Machado de Assis, Luís da Gama, Aimé Césaire, Ricardo Aleixo, Conceição Evaristo, Edimilson de Almeida Pereira, e outros poetas de escolha dos demais participantes, sejam do século XIX, modernos ou contemporâneos. Para obter informações e participar, basta enviar um e-mail.

A proposta mais ampla do Sarau das Musas – mesmo elegendo um ou mais temas a cada edição, sempre relacionados às questões relevantes de nossos tempos, e incorporando a livre leitura ou recitação de poemas escolhidos por todos os participantes – tem por base a intenção de propor o contato, pela leitura ou releitura, com obras não só dos mais relevantes poetas brasileiros das diversas fases da nossa literatura, mas também, quando possível, da poesia universal lida por estes autores, realçando o diálogo entre literaturas de diversas épocas e geografias.

Paralelamente, integrando a comunidade de poetas-leitores através dos tempos, também serão lidos poetas contemporâneos, principalmente brasileiros, herdeiros da tradição literária legada pela nossa poesia e pela lírica estrangeira de outras épocas. Os encontros pretendem abranger, ainda, manifestações musicais e de formas da literatura oral, como a contação de histórias, sempre relacionadas aos temas, obras e autores selecionados, também propostas por participantes e por artistas eventualmente convidados.

Realizado preferencialmente às primeira sextas-feiras de cada mês, o Sarau da Musas conta com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

17 de julho, segunda-feira, às 18h

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 14 anos | Número de participantes: 40 pessoas. Inscrições e informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

CCMJ_Música

Luiz De Simone, pianista

O Museu da Justiça–Centro Cultural do Poder Judiciário, dando continuidade ao seu programa de música, apresenta o pianista Luiz De Simone, no concerto para piano solo realizado no Salão Nobre do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro, no dia 12 de dezembro de 2019.
Luiz De Simone apresenta composições autorais do seu CD “La Liberté” e impressiona não só pela beleza das obras apresentadas como pelo virtuosismo com o qual as executa.

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/watch?v=KK-F7O87SfI

Estreia 19 de julho, domingo | Classificação indicativa: livre

Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares

Clube “Leituras no Palácio” Sala Virtual

“Não, meu filho. A democracia está perdendo os seus adeptos. No nosso país, tudo está enfraquecendo. O dinheiro é fraco. A democracia é fraca e os políticos, fraquíssimos. E tudo o que está fraco, morre um dia.”
Quarto de despejo – Diário de uma favelada, Carolina Maria de Jesus

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com a finalidade de promover a leitura de literatura, dá continuidade ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”, destinado, em especial, a realçar os laços entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

O próximo encontro, em ambiente virtual, acontecerá no dia 20 de julho, às 17h, onde conversaremos sobre Quarto de despejo – Diário de uma favelada, edição dos diários de Carolina Maria de Jesus. Publicados em 1960, e traduzidos para 13 idiomas no decorrer de sua história editorial, os relatos de Carolina, de um modo inédito até então, deram voz singular a uma representante das camadas sociais mais marginalizadas nas metrópoles brasileiras. O livro nos apresenta a experiência de uma moradora da favela do Canindé, em São Paulo, nos anos 50. Através do olhar da autora, mantemos contato com as vivências, a violência, a miséria, a fome e demais dificuldades enfrentadas no ambiente de exclusão em que vive (circunstâncias ainda comuns a milhões de brasileiros hoje), mas também com o empenho dessa mulher em transmutar tudo isso por intermédio da prática da escrita. Para participar, basta enviar um e-mail para se inscrever, conforme instruções ao final.

Quinzenalmente realizados, preferencialmente às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

20 de julho, segunda-feira, às 17h

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 12 anos | Número de participantes: 40 pessoas. Inscrições e informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

CCMJ_EXPO

MOSTRA VIRTUAL DE DOCUMENTOS JUDICIAIS

O HOMICÍDIO DE EUCLIDES DA CUNHA

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Acesse e confira: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Estreia 26 de julho, domingo | Classificação indicativa: livre