Agenda Maio

A programação cultural nos espaços está suspensa até a reabertura do CCMJ. Ate lá, você pode acompanhar nossas atividades online de onde estiver.
Acesse e confira o #CCMJcomVc

O CCMJ programou uma série de atividades virtuais em comemoração ao dia 10 de maio, Dia da Memória do Poder Judiciário.

O Dia da Memória do Poder Judiciário foi instituído pela Resolução nº 316/2020 do CNJ. Em 10 de maio de 1808, por intermédio do Alvará do então Príncipe regente, D. João, a Relação do Rio de Janeiro foi elevada à condição de Casa da Suplicação do Brasil, como tribunal de última instância, tendo a mesma alçada da Casa da Suplicação de Lisboa, o que, para muitos, representou o início de uma justiça nacional.

CCMJ | DOC

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário

As atrações começam no dia 2, domingo, com a exibição da série de documentários “O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário”, que mostra as primeiras iniciativas do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) no esforço de preservação da memória judiciária.

O documentário relembra as ações desde o período do Estado da Guanabara até os dias atuais, bem como a trajetória do Museu da Justiça, inaugurado em 1988, até a sua fusão com o Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ-Rio), em 2017, que resultou no atual CCMJ responsável pela preservação e difusão da memória e pela realização da Agenda Cultural do Poder Judiciário.

 

Estreia 02 de maio, domingo

Para assistir, acesse: https://youtu.be/LHz0-snL7Ns

Classificação indicativa: livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) oferece, a partir de 6 de maio, o curso livre de pintura “Fazendo Arte por Toda Parte”. Serão quatro aulas com a orientação da artista plástica Isabela Francisco, criadora do programa. Ela destaca que “em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir as almas”.

As aulas do mês de maio serão semanais, com temas e abordagens diferentes e poderão ser acessadas no página do Youtube criada pela artista.

Confira os temas, dias e horários de cada aula:
06 de maio – Especial Dia das Mães
13 de maio – Especial Dia Internacional das Famílias
20 de maio – Dia Mundial da Abelha
27 de maio – Cores Complementares

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | LANÇAMENTO DE LIVRO

Catálogo de Desembargadores – República Parte II (1946 – 1975)

No dia 09 de maio, na véspera das comemorações pelo Dia da Memória do Poder Judiciário (dia 10 de maio), o CCMJ, publica o 3º volume Catálogo de Desembargadores na versão virtual, que abrange os antigos Distrito Federal, Estado do Rio de Janeiro e Estado da Guanabara, entre 1946 e 1975.

Devido a sua complexidade, a pesquisa realizada pelo Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas (SEATA) e idealizada pela Comissão de Preservação da Memória Judiciário (COMEMO), foi dividida em etapas. Em 2018 foi lançado o primeiro volume, que se ocupou dos julgadores que tomaram assento nos tribunais do período colonial e imperial, a saber: Relação do Rio de Janeiro (1751), Casa da Suplicação do Brasil (1808) e Relação da Corte (1833), todos sediados na cidade do Rio de Janeiro.

Estreia 09 de maio, domingo

Para baixar o catálogo, acesse: Página Publicações

Classificação indicativa: livre

CCMJ | HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Marcus Faver

Dando continuidade aos eventos em comemoração ao “Dia da Memória do Poder Judiciário”, o CCMJ apresenta, em seu portal e nas redes sociais do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, a entrevista concedida pelo desembargador Marcus Antônio de Souza Faver ao “Programa de História Oral”, no dia 5 de dezembro de 2013.

O desembargador Marcus Antônio de Souza Faver, que é natural do município de Cantagalo e se tornou juiz de direito do antigo Estado do Rio de Janeiro em 1968, fez um relato sobre a sua trajetória antes e depois da magistratura. Ele destaca sua atuação na área da militância política e apresenta sua visão pessoal sobre o Poder Judiciário e fatos relevantes das últimas décadas.

Faz referências especiais ao período que exerceu a chefia do Poder Judiciário estadual, no biênio (2001-2002), quando se consolidou o fundo especial, e apresenta também histórias de sua vida pessoal, com destaque para a mãe, Alba Penna de Souza, primeira tabelião do Brasil.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes.

Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 16 de maio, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

19ª SEMANA NACIONAL DE MUSEUS

O futuro dos museus: recuperar e reimaginar

“O futuro dos museus: recuperar e reimaginar” é o tema proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), em celebração ao Dia Internacional dos Museus, comemorado em 18 de maio. A idéia é despertar uma série de reflexões sobre o futuro dos museus na era tecnológica, bem como compreender como os relatos históricos afetam a maneira de ser e de se estar no mundo.

O CCMJ, além de promover uma agenda especial no mês de maio, quando se comemora “O Dia da Memória do Poder Judiciário”, participa também da 19ª Semana de Museus, com os programas do selo “CCMJ com Você”, um canal público de acesso a atividades e conteúdos disponibilizados na internet.

Os programas antes presenciais foram transformados em atividades virtuais. Entre eles os encontros e debates em salas virtuais, exposições, visitas virtuais, documentários, vídeos, concertos de música gravados nos espaços históricos dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e de Niterói, entre outros. Toda programação visando a preservação da memória do Poder Judiciário fluminense pode ser conferia no nosso canal do Youtube.

Consulte a programação completa da semana no link abaixo:

https://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Guia_da_Programacao_19SNM.pdf#page=237

17 a 23 de maio

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas – Homenagem a Olga Savary

“E assim vou/ com a fremente mão do mar em minhas coxas. / Minha paixão? Uma armadilha de água, / rápida como peixes, / lenta como medusas, / muda como ostras."
“Ycatu”, poema do livro Repertório Selvagem, de Olga Savary.

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 9ª Edição do Sarau das Musas – Homenagem a Olga Savary, em formato virtual, no dia 21 de maio, data de nascimento da autora e Dia do Profissional de Letras, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, o Sarau das Musas celebrará a poesia da autora de Espelho Provisório, poeta, ficcionista, tradutora e ensaísta, uma das mais importantes vozes da poesia brasileira contemporânea, fatalmente emudecida pela pandemia da Covid-19, em maio de 2020. O evento contará com as participações de Italo Moriconi, poeta, crítico literário, ensaísta, Professor Associado Aposentado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Professor Visitante Sênior da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP); Suzana Vargas, poeta, ensaísta, Mestre em Teoria Literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pesquisadora da Fundação Biblioteca Nacional, fundadora e coordenadora do Instituto Estação das Letras (IEL); e Ricardo Vieira Lima, Doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), crítico literário, ensaísta, jornalista e poeta.

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Olga Savary.

O Sarau das Musas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do Museu como Casa ou Templo das Musas (entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da Equipe do Educativo do CCMJ e a Coordenação de W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, Doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta.

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

21 de maio, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | MEMÓRIA

Galeria virtual de presidentes do TJ do Estado da Guanabara

No dia 23 de maio, ainda nas comemorações pelo Dia da Memória do Poder Judiciário (dia 10 de maio), o CCMJ disponibiliza, em seu portal, a galeria de presidentes do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara.

Organizada a partir da periodização tradicional da historiografia brasileira, que consagra os períodos colonial, imperial e republicano, a galeria destacará, com imagem e dados biográficos, os presidentes (ou seus cargos equivalentes) dos diferentes tribunais que se sucederam no território que corresponde ao atual estado do Rio de Janeiro.

Inicialmente, foram incluídos os presidentes do atual Tribunal de Justiça, criado no ano de 1975, após a fusão dos estados da Guanabara e do antigo estado do Rio de Janeiro. Até 2018, 23 desembargadores ocuparam o cargo mais elevado do Poder Judiciário estadual.

Agora, destacamos os mandatários do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara, unidade federativa criada após a transferência da capital federal para o Planalto Central. O Poder Judiciário da Guanabara teve início com os magistrados oriundos do antigo Distrito Federal, transferidos ao novel estado por força da Lei nº 3.752, de 21 de abril de 1960.

Estreia 23 de maio, domingo

Para visitar, acesse http://ccmj.tjrj.jus.br/galeria-presidentes

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Nesse mundo inaugural, misterioso e obscuro, era o Velho.”
Meu destino é ser onça, mito tupinambá restaurado por Alberto Mussa

No próximo encontro do Leituras no Palácio, continuaremos a conversar sobre Meu destino é ser onça, a narrativa cosmogônica tupinambá restaurada pelo pesquisador e premiado escritor carioca Alberto Mussa. Em nossa Sala Virtual, no dia 10 de maio, às 17h, aprofundaremos a discussão sobre a narrativa fundadora de um dos povos originários brasileiros, ao explorar alguns aspectos da influência simbólica da antropofagia no pensamento nacional e no âmbito das artes.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

24 de maio, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | CONVERSAS

Reflexões e ações no enfrentamento à violência

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) apresenta o programa “Conversas: Reflexões e Ações no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

No próximo encontro trataremos do tema "As Opressões e o Trabalho", um problema enfrentado há muito tempo no Brasil, e em outros lugares do mundo: a relação entre mulheres, trabalho e violência. Abordaremos as diferentes formas de violência que envolvem essa temática.

“Conversas” é realizado com o apoio da Equipe do Educativo do CCMJ e com a colaboração e mediação da Psicóloga Clínica e Jurídica Maria Augusta Fischer, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

27 de maio, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas – Homenagem a Carolina Maria de Jesus

“A democracia está perdendo os seus adeptos. (...) O dinheiro é fraco. A democracia é fraca (...). E tudo que está fraco, morre um dia."
Quarto de despejo, Carolina Maria de Jesus

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 10ª Edição do Sarau das Musas – Homenagem a Carolina Maria de Jesus, em formato virtual, no dia 28 de maio, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, o Sarau das Musas, em comemoração ao 13 de maio, Dia da Abolição da Escravatura, celebrará a obra da poeta e ficcionista, autora de Diário de Bitita, e uma das vozes femininas pioneiras em favor da visibilidade das populações marginalizadas do país, no âmbito da literatura. O evento contará com as participações da professora Vera Eunice de Jesus, filha da escritora Carolina Maria de Jesus; de Raffaella Fernandez, professora, pesquisadora, Pós-Doutora em Estudos Culturais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e integrante do conselho editorial responsável pela publicação da obra completa de Carolina; e da atriz, performer, autora e diretora teatral Dirce Thomaz, intérprete da homenageada no teatro, em Eu e ela: visita a Carolina Maria de Jesus, e no cinema. A mediação do encontro será realizada pelo poeta W. B. Lemos.

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da obra de Carolina.

O Sarau das Musas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do Museu como Casa ou Templo das Musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da Equipe do Educativo do CCMJ e a Coordenação de W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, Doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta.

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

28 de maio, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | MÚSICA

Beto Travassos

No dia 30 de junho, o CCMJ exibe o concerto do compositor e poeta Beto Travassos, em parceria com o Instituto dos Magistrados do Brasil (IMB), na apresentação realizada em dezembro de 2019 no Salão Nobre do APJ-Rio, durante a I Feira Literária da magistratura (FLIMAG).

Beto Travassos é engenheiro metalúrgico, advogado, músico, compositor e poeta. Iniciou sua trajetória artística ainda criança, influenciado por sua família, hoje destaca-se por seu trabalho autoral premiado no XVIII Festival de Alegre/ES e no Festival de Música Niterói Discos no ano 2009. Na sua trajetória como poeta lançou o livro “Alma & Poesia” em 2017, reconhecido como um sucesso de vendas garantiu a renovação para sua segunda edição na XIX Bienal Internacional do Livro - Rio de Janeiro no ano de 2019 e como arranjador multi-instrumentista destaca-se pelas performances com piano, violão e acordeão (popularmente conhecido como sanfona).

A exibição da apresentação também é uma homenagem ao Dia Internacional do Jazz, que ocorre no último dia do mês.

Estreia 30 de maio, domingo

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

CCMJ | CONVIDA

A casa de elite do Brasil oitocentista: casas rurais e urbanas do ciclo do café

A palestra abordará projeto de pesquisa voltada para as casas de elite do Vale do Paraíba, no século XIX, tendo como referências Vassouras, Valença e Piraí. Ela integra o projeto luso-brasileiro, A Casa Senhorial em Portugal, Brasil e Goa: Anatomia dos interiores, séculos XVI a XIX, e aborda quatro áreas de investigação: arquitetura, interiores, decoração e mobiliário.

Entre as fontes documentais pesquisadas incluem-se os inventários e outros processos, onde se descrevem os bens moveis e imóveis da elite senhorial brasileira.

Como parte das comemorações pelo Dia da Memória do Poder Judiciário, convidamos a equipe da Fundação Casa de Rui Barbosa, responsável pelas pesquisas no Brasil, para nos falar sobre a importância do projeto e dos processos judiciais para o seu desenvolvimento.

31 de maio, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconvida

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CCMJ | EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a partir de 11 de outubro, a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre