Agenda Novembro

 

A programação cultural nos espaços está suspensa até o retorno das atividades, porém o CCMJ apresenta algumas novidades para você acompanhar nossas atividades de onde estiver.
Acesse e confira o #CCMJcomVc

CCMJ | EXPO | Mês da Consciência Negra

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

No mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Estreia 1 de novembro, domingo

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

CCMJ | História Oral | Mês da Consciência Negra

Entrevistado: Flavio dos Santos Gomes

Em mais uma iniciativa relacionada ao mês da Consciência Negra, em que o CCMJ promove a mostra de documentos virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, disponibilizamos ao público a entrevista concedida pelo historiador, escritor e professor Flavio dos Santos Gomes ao Programa de História Oral do Poder Judiciário.

Na entrevista, realizada em 17 de março de 2011, foram abordados temas como as mudanças na historiografia da escravidão, formas de resistência, estrutura dos quilombos, a condição dos escravizados perante a lei, e, principalmente, a importância da documentação judicial do século XIX como fonte para o estudo da escravidão e das relações sociais daquela época até os dias atuais.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 22 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 8 de novembro, domingo

Para assistir, acesse: https://youtu.be/HGNdYCgvRlc

Classificação indicativa: livre

CCMJ | Do Direito à Literatura

Clube “Leituras no Palácio” Convida

“Um poema que desaparecesse/ à medida que fosse nascendo, / e que dele nada então restasse/ senão o silêncio de estar não sendo.”
Trecho de “Receita de poema”, do livro Desdizer e antes, de Antonio Carlos Secchin

Nesse segundo encontro comemorativo de um ano de existência, o Leituras no Palácio Convida o poeta, ensaísta e professor emérito de Literatura Brasileira da UFRJ, além de membro da ABL, Antonio Carlos Secchin. Em nossa Sala Virtual, no dia 9 de novembro, às 17h, o autor convidado lerá poemas de seu livro Desdizer e antes, será entrevistado, falará sobre poesia e conversará com os participantes do evento.

Quinzenalmente realizados às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada pela UERJ e instrutor da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

9 de novembro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: bit.ly/leiturasnopalacioconvida

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | História Oral

Entrevistado: Des. Humberto de Mendonça Manes

Na entrevista realizada com o Des. Humberto de Mendonça Manes é possível conferir como se deu o seu ingresso no mundo jurídico e sua vivência enquanto magistrado durante a Ditadura Militar; seus relatos sobre a experiência no Tribunal de Alçada Cível e no magistério, tendo lecionado na UERJ e em outras universidades. O magistrado também comentou sobre uma de suas concretizações enquanto Presidente do TJRJ, a criação de uma taxa sobre os serviços cartorários para que se injetasse no Fundo Especial do Tribunal, e de como isso contribuiu para a independência do Judiciário, além de mencionar dois julgamentos que o marcaram, entre outros assuntos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 22 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico ccmj.seata@tjrj.jus.br

Estreia 15 de novembro, domingo

Para assistir, acesse: https://youtu.be/CoktNFAxw2Y

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | CONVERSAS | Mês da Consciência Negra

Reflexões e ações no enfrentamento à violência

Racismo e Violência

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) apresenta o programa “Conversas: reflexões e ações no enfrentamento à violência”, como um espaço que possibilite a discussão, aproximação e a sensibilização das pessoas sobre este tema atual e de suma importância. A proposta do encontro será de forma lúdica, seguida por conteúdos importantes sobre o tema da violência.

A violência contra a mulher é um fenômeno que não respeita raça/etnia, credo, orientação sexual/identidade de gênero, classe social ou nível educacional. Mas, para as mulheres e meninas negras, a realidade é mais cruel, pois a violência de gênero vem acompanhada de racismo. No quinto encontro do Conversas: reflexões e ações no enfrentamento à violência, falaremos sobre racismo e violência.

“Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer (CRP 05/10016).

Participarão do debate os convidados: Camila Olivieri, Maíra Oliveira e Maximiliano de Souza.

19 de novembro, de 17h às 18h30

Para participar, acesse: bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CCMJ | Música

The Hirsch Pinkas Piano Duo

O Duo de Piano Hirsch-Pinkas é formado por Evan Hirsch e Sally Pinkas. Casados e tendo carreiras separadas como pianistas, decidiram se juntar como artistas e partiram em turnê. Desde então, o duo tem se apresentando por todo o mundo, incluindo lugares como o Boston’s Jordan Hall, Conservatorio di Santa Cecilia em Roma, a Academia Gnessin em Moscou, além de participações em grandes festivais como o Kfar Blum em Israel e Pontlevoy na França.

Neste concerto, este concerto realizado pelo Música no Museu no Salão Nobre do CCMJ, em Dezembro de 2019, Evan e Sally executaram com maestria e exímia demonstração de sintonia a quatro mãos, grandes nomes da música clássica como Mozart, Schubert, Brahms, Rachmaninoff, Debussy, dentre outros.

Estreia 22 de novembro, domingo

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial

Classificação indicativa: livre

CCMJ | Do Direito à Literatura | Mês da Consciência Negra

Clube “Leituras no Palácio”

“Isso faz parte da cartilha econômica. Em algum lugar a miséria tem que ser depositada. Ela não pode ser eliminada.”
Trilogia do confinamento, de Aldri Anunciação

No próximo encontro do Leituras no Palácio, conversaremos sobre a edição de Trilogia do Confinamento, reunião de três das peças que integram a produção do premiado dramaturgo contemporâneo Aldri Anunciação. Em nossa Sala Virtual, no dia 23 de novembro, às 17h, em celebração ao Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, discutiremos, entre outras, as seguintes questões: racismo, identitarismo e totalitarismo/autoritarismo, tematizadas pelos dramas-debate Namíbia, Não!, Embarque Imediato e O Campo de Batalha.

Quinzenalmente realizados às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada pela UERJ e instrutor da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

23 de novembro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | CONVIDA | Mês da Consciência Negra

A documentação judicial e a história da escravidão no Brasil

Como parte das atividades voltadas para o mês da consciência negra, o CCMJ promove, no dia 24 de novembro, o encontro A Documentação Judicial e a História da Escravidão no Brasil. Os historiadores Ricardo Salles (doutor pela UFF e professor titular da UNIRIO), Thiago Campos (doutor pela UFF) e Argemiro Eloy Gurgel (mestre pela UFRJ e MBA em gestão cultural) irão falar de suas experiências enquanto pesquisadores, de suas produções e debater sobre a importância dos arquivos judiciais para a historiografia do escravismo brasileiro e suas conexões com a sociedade atual.

24 de novembro, de 17h às 19h

Para participar, acesse: bit.ly/ccmjconvida

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | História Oral

Entrevistado: Des. Índio Brasileiro Rocha

Na entrevista com o desembargador Índio Brasileiro Rocha são abordados temas variados como a sua militância acadêmica no período do governo Juscelino Kubitschek, seu ingresso na magistratura, em 10 de março de 1969, por concurso público, e a atividade judicial exercida no antigo Estado do Rio, nos anos 70. Foram comentados, também, as consequências da fusão dos Estados do RJ e da Guanabara, fatos e opiniões acerca do II Tribunal do Júri - do qual foi presidente por 12 anos; a extinção dos Tribunais de Alçadas Cível e Criminal, e sua atuação como desembargador do TJ e na Emerj, onde presidiu a Comissão de Iniciação e Aperfeiçoamento de Magistrados.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 22 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 29 de novembro, domingo

Para assistir, acesse: https://youtu.be/Img1dtp5sxs

Classificação indicativa: livre

CCMJ | Do Direito à Literatura | Mês da Consciência Negra

4ª Edição do Sarau das Musas – Poesia: a Mais Alta Consciência

“Canto o que a vida/ nem sequer rascunha:/ o amor sem aplauso,/ a dor sem testemunha.”
Trecho do poema “Casca mítica um”, em A casca mítica, de Salgado Maranhão.

“eu não sou/ de onde nasci// eu não sou/ de onde vim// nenhuma língua me engana/ nenhuma terra me enterra// eu sou/ onde estou// eu sou/ onde sou”
“Origem 1”, em Eu e outras consequências, de Tanussi Cardoso.

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 4ª Edição do Sarau das Musas – Poesia: a Mais Alta Consciência, em formato virtual, no dia 30 de novembro, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nessa edição, o Sarau das Musas celebrará o Dia da Consciência Negra (20 de novembro), contando com a participação dos poetas Salgado Maranhão e Tanussi Cardoso, lendo poemas de seus livros mais recentes (respectivamente, A casca mítica e Eu e outras consequências), em um diálogo literário que terá como tema, entre outros, a multiplicidade de manifestações da consciência humana, seja a psíquica, a subjetiva, a social, a política, a histórica, a étnica, a de classe, a de ancestralidade, a mítica, a arquetípica, etc. Todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, e que, preferencialmente, tenham alguma relação com os temas em questão, ou tenham sido escritos por poetas que tematizaram quaisquer aspectos da negritude (diáspora, colonialismo, escravagismo, liberdade, abolicionismo, discriminação racial, etc.).

O Sarau das Musas deseja realçar a noção do museu como casa das musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), e pretende resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da coordenação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

30 de novembro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br .

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a partir de 11 de outubro, a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra Virtual de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O CCMJ, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE por TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: Livre