Mostra de Documentos Judiciais - O Homicídio de Euclides da Cunha

Escritor, jornalista, engenheiro

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

O crime

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa.

Para acessar

Clique aqui para acessar o terminal de consulta. Basta digitar "Euclides da Cunha" no campo de busca, para visualizar os autos.

 

Serviço
Mostra de Documentos Judiciais - O Homicídio de Euclides da Cunha
De 02 de dezembro de 2019 a 30 de junho de 2020
De segunda a sexta-feira, de 11h às 19h, sábados, de 10 às 17h
Sala 309 – 3º andar – Antigo Palácio da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
Telefones: 55 21 3133-3368 / 3133-3366
Entrada Franca
Realização Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário - CCMJ.