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Programação de Maio

Venha conferir também os programas virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

 

Em breve a programação completa

 

História Oral
Entrevistado: Juiz José Guilherme Vasi Werner

Em continuidade à homenagem ao 30º aniversário da Lei 9099/95, que disciplinou os Juizados Especiais em todo Brasil, o Museu da Justiça disponibilizará neste ano mais duas entrevistas de magistrados e servidores que atuaram diretamente na implantação deste importante instrumento de acesso à Justiça no Estado do Rio de Janeiro.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça, com objetivo de preservar e divulgar a história recente da Justiça Fluminense por meio do testemunho de seus próprios agentes sob a coordenação do desembargador Ronald dos Santos Valladares. As entrevistas foram conduzidas pelo Dr. José Guilherme Vasi Werner, juiz de Direito do II Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca e estudioso do tema.

Os sumários dos depoimentos são disponibilizados na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA, através do endereço eletrônico museu.seata@tjrj.jus.br.

José Guilherme Vasi Werner é juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro desde 1998, com atuação predominante no Sistema de Juizados Especiais. Bacharel em Direito pela UERJ, é mestre em Sociologia pelo IUPERJ/UCAM e doutor em História das Instituições, Política e Bens Culturais pelo CPDOC/FGV. Atualmente, é Professor Adjunto da FGV Direito Rio e titular do II Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca.

Na entrevista ao Programa de História Oral do Museu da Justiça, Vasi Werner revisita a implantação, a expansão e a consolidação dos Juizados Especiais no Estado do Rio de Janeiro a partir de sua trajetória na magistratura. Ao longo do depoimento, o juiz situa o crescimento do sistema após a edição da Lei nº 9.099/1995, ressaltando seu papel na ampliação do acesso à justiça e na resolução de demandas do cidadão comum, especialmente nas relações de consumo.

Com enfoque institucional, aborda o funcionamento dos Juizados Especiais, destacando a importância da audiência e comentando as transformações ocorridas ao longo do tempo, especialmente após a pandemia, que aproximaram o modelo dos Juizados daquele adotado nas varas cíveis. O entrevistado também destaca o papel dos juízes leigos, apontando sua importância diante do elevado volume de processos e sua contribuição para o funcionamento do sistema.

Por fim, reflete sobre o que chama de “isomorfismo”, entendido como a tendência de os Juizados Especiais se aproximarem do modelo das varas cíveis. Ele aponta como fatores dessa aproximação a atuação de magistrados oriundos de varas cíveis, a influência de práticas processuais tradicionais, a atuação de advogados e o papel das turmas recursais. Avalia os Juizados Especiais como um caso de sucesso, destacando sua capacidade de responder a demandas em massa e oferecer uma solução mais acessível e efetiva para a população.

Estreia 03 de maio, domingo
Clique aqui para assistir
Classificação indicativa: livre

Educativo do Museu | Visita Mediada
Desvendando a arquitetura do Museu da Justiça

Desvendando a Arquitetura do Museu da Justiça é uma visita educativa que busca investigar os elementos artísticos e históricos que constituem os corredores, salões e caminhos do antigo Palácio da Justiça. Através de uma abordagem didática e interativa, os visitantes serão convidados a explorar os detalhes da composição arquitetônica do prédio e refletir sobre suas temporalidades e contextos de formação. O objetivo do passeio é (re)descobrir sentidos e significados escondidos nos conjuntos ou perdidos por efeito do tempo.

12 de maio, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Telefone: (21) 3133-3553 ou 3133-3768
E-mail: museu.seami@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 14

Fotografia de drone, com visão do aerea do Museu da Justiça.

Educativo do Museu| Museu da Justiça
Visita mediada: Ao redor da Justiça

O Museu da Justiça, para além das suas quatro paredes, explora as histórias e memórias do seu entorno. Situado em um lugar histórico, caminhar pela rua Dom Manuel, é como entrar em uma máquina do tempo, perpassando pelo antigo bairro da Misericórdia até o antigo Paço Real, atual Praça 15 de novembro, um verdadeiro lugar de disputas de memórias. Essa visita tem como objetivo conscientizar magistrados, servidores e colaboradores desse território cheio de histórias e memórias da Cidade do Rio de Janeiro, no particular, e do Brasil, no geral.

26 de maio, terça-feira, às 15h
Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Telefone: (21) 3133-3768
E-mail: museu@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 12

Fotografia dos atores trajados de deusa Themis, deusa Maat e Ruy Barbosa

Educativo do Museu
Visita Mediada com Personagens Históricos: Deusas Themis e Maat & Ruy Barbosa

O Museu da Justiça apresenta ao público o programa Visitas Mediadas com Personagens Históricos, uma experiência interativa e imersiva que propõe um novo olhar sobre a história do direito e da justiça no Brasil. A iniciativa estreia com visitas conduzidas pelas deusas Themis e Maat, interpretadas por Dulce Penna e Bárbara Vila Nova, e com um novo roteiro protagonizado pelo jurista Ruy Barbosa, vivido por Roberto de Souza.

De forma lúdica e envolvente, as visitas exploram os espaços e elementos históricos dos prédios do Museu da Justiça no Rio de Janeiro e em Niterói, conectando a história arquitetônica dos edifícios às experiências, narrativas e simbolismos de personagens que têm a justiça como princípio central de suas trajetórias.

Com o propósito de aproximar a sociedade do universo judiciário, o programa aposta na imersão e na interatividade para abordar temas como as origens das leis, os princípios da justiça, a formação do direito no Brasil e as obras presentes nos salões históricos dos museus. A visita é conduzida por figuras emblemáticas da história e da mitologia, ampliando o diálogo entre passado e presente, motivando o visitante a refletir sobre o futuro, bem como a importância do papel da Justiça e de seus valores para o bem comum.

As Visitas Mediadas com Personagens Históricos têm a mediação do Educativo do MUSEU e a duração de 50 minutos e sendo recomendadas para todos os públicos. Para participar basta realizar um agendamento prévio nos e-mails abaixo.

Agende sua visita!
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 50 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposição
Replantando Vida – 25 Anos Semeando Futuros

O Museu da Justiça em parceria com o Departamento de Sustentabilidade, recebe a exposição fotográfica “Replantando Vida – 25 Anos Semeando Futuros”, que apresenta ao público a trajetória de uma das mais relevantes iniciativas socioambientais do estado. Promovido pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), o projeto alia ressocialização de pessoas privadas de liberdade à restauração ambiental, evidenciando caminhos possíveis para a construção de políticas públicas voltadas à inclusão social e à sustentabilidade. A exposição faz parte da Semana da Cultura no Sistema Prisional, integrada ao roteiro "Horizontes Culturais", do programa Fazendo Justiça, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e apoio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).

Criado em 2001, o programa já impactou mais de seis mil pessoas e contabiliza a produção de milhões de mudas e a recuperação de extensas áreas florestais. A exposição apresenta não apenas os resultados ambientais, mas também o processo de capacitação profissional dos participantes, que atuam em diversas frentes, como reflorestamento, manutenção e atividades produtivas. Realizado em parceria com a Vara de Execuções Penais, a Fundação Santa Cabrini e a Secretaria de Administração Penitenciária, o projeto reforça o papel do Judiciário e de instituições parceiras na promoção de ações que articulam memória, cidadania e transformação social.

Somente até 22 de maio
Visitação de segunda a sexta, das 11h às 14h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição
Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino

O Museu da Justiça inaugura, no dia 27 de novembro, a exposição “Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino”, uma homenagem a um dos maiores intelectuais brasileiros. Historiador, escritor, professor e militante incansável da igualdade racial, Joel Rufino dos Santos dedicou sua vida a pensar o Brasil sob a ótica da justiça, da cultura e da cidadania. A mostra convida o público a revisitar sua trajetória múltipla — da produção literária à atuação política e acadêmica —, revelando um homem que acreditava no poder das palavras para transformar o mundo.

Reunindo textos, imagens, objetos pessoais e obras inspiradas em suas ideias, a exposição cria uma narrativa sensível e potente sobre memória, resistência e esperança. Mais do que revisitar a história de Joel Rufino, “Entre Histórias e Utopias” propõe uma imersão em seu pensamento humanista e visionário — um convite para refletir sobre o Brasil que temos e o país que ainda podemos construir.

A exposição é fruto da parceria Museu da Justiça e o Núcleo de Atenção e Promoção à Justiça Social (NAPJUS). Instituído no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro pela Resolução OE nº 02/2025, o NAPJUS possui a missão de fortalecer a atuação do Poder Judiciário na promoção da equidade, da dignidade humana e da justiça social.

Somente até 8 de maio
Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: Livre

Oficina de Argumentação:
Luiz Gama e a Questão Neto

O Programa Memória e Educação foi concebido para disseminar conhecimento histórico sobre a justiça e o direito brasileiros, utiliza como base o processo histórico de Luiz Gama na Questão Neto. A partir da pesquisa bibliográfica, foi elaborado um texto para leitura dramatizada. Durante a leitura, o público recebe um glossário com termos jurídicos e expressões antigas presentes no processo, preservando a imersão histórica e, ao mesmo tempo, tornando o conteúdo acessível ao explicar legislações e vocabulário não usual. Após essa etapa, os participantes são divididos em dois grupos e convidados a analisar casos fictícios envolvendo crimes de racismo e intolerância religiosa. Cada grupo deve elaborar uma carta ou comunicação sobre o crime apresentado.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada.

Educativo do Museu
Visita Mediada ao Museu da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e de Niterói. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado nos salões históricos dos Tribunais do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposições de longa duração
“Origens do Direito e princípios da Justiça”
“História do Direito e da Justiça no Brasil”

Com o objetivo de aproximar a sociedade do universo jurídico e fortalecer a formação cidadã, o Museu da Justiça inaugura duas exposições de longa duração que apostam na imersão e interatividade para abordar as origens das leis, os princípios da justiça e a trajetória do direito no Brasil. As novas salas convidam o público a refletir sobre o papel da Justiça na construção da sociedade, conectando passado e presente de forma dinâmica e acessível.

Na primeira exposição, os visitantes iniciam sua jornada explorando os primeiros códigos jurídicos da história da humanidade, como o Código de Hamurabi e a Lei das Doze Tábuas, em uma linha do tempo que revela como as leis foram moldando as civilizações. Já na segunda sala, o foco se volta para o Brasil, com uma cronologia temática das principais leis, instituições jurídicas e casos judiciais emblemáticos. Figuras históricas como o advogado abolicionista Luiz Gama, o líder Guarani e ambientalista Marçal Tupã-Y e a presa política Inês Etienne Romeu surgem como protagonistas de lutas por justiça que atravessam a história brasileira.

Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Ed. Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manoel, 29, – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

Imagens dos cartazes das exposições Arte, Educação e Sustentabilidade; Mostra o Escultor da Justiça: Um Olhar artístico sobre Deocleciano; Centenário do Antigo Palácio da Justiça de Niterói; e Mostra de Documentos Judiciais: Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo, sobre um fundo azul.

Exposição
Exposições virtuais do Museu da Justiça

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça são concebidas a partir de pesquisas desenvolvidas pelas suas equipes, do acervo sob sua guarda ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e os desafios da sociedade contemporânea. Além de exposições presenciais, disponibilizamos em nosso portal diversas exposições que podem ser acessadas de onde você estiver.

Para visitar as exposições virtuais e saber mais sobre as exposições presenciais, acesse: Clique aqui para acessar a página de Exposições

Classificação indicativa: livre