Cartaz virtual com o seguinte texto entre aspas amarelas e com letras amarelas, em cima, ao centro esquerdo: “Não percebeste que há algo intermediário entre a sabedoria e a ignorância? (...) A opinião verdadeira, sem que se possa justificá-la (...) é qualquer coisa desse tipo, entre a compreensão e a ignorância.” - Exatamente abaixo, ao centro esquerdo, a seguinte citação, em letras brancas: Reflexão de Diotima de Mantineia em O banquete, de Platão – Imediatamente abaixo, ao centro esquerdo, o seguinte texto com letras brancas: O mestre dos filósofos teve uma mestra? Sim, a sacerdotisa Diotima de Mantineia. Em um dos mais lidos diálogos de autoria de Platão, O banquete, cujo tema central é o amor, Sócrates afirma que, “sobre as questões do amor” e do erotismo, ele foi um aprendiz da pensadora Diotima. A dimensão feminina desse diálogo harmoniza-se com um dos maiores legados de Sócrates: seu método, a maiêutica, que consistia em fazer com que seu interlocutor desse à luz as suas próprias ideias ao responder às perguntas que lhe eram feitas. A mãe do filósofo, Fenarete, havia sido parteira, e ele percebia semelhanças simbólicas entre os resultados de sua atuação reflexiva e os relacionados à profissão daquela que lhe deu à vida. Ref.: Filósofas – O legado das mulheres na história do pensamento mundial, Natasha Hennemann e Fabiana Lessa, 2022. O cartaz virtual possui fundo levemente desfocado na cor prata, exceto em toda a lateral direita, quando se vê a IMAGEM: Relevo do século V a.C., encontrado em Mantineia, de uma mulher segurando um fígado para hepatoscopia. Chamada de Estela de Diotima, esta obra é tida como uma representação de Diotima de Mantineia. Museu Arqueológico Nacional de Atenas. – Estátua em tom bege de mulher sem cabeça, em vestido longo coberto, segurando com a mão esquerda um fígado.

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