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Programação de Fevereiro

Venha conferir também os programas virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

 

Educativo | Museu da Justiça | Programa Saberes Integrados
Bailinho no Museu

O Educativo do Museu da Justiça convida o público para a Oficina “Bailinho no Museu”, que acontece no dia 24 de fevereiro, às 11h, em uma celebração cheia de cor, música e memória!

A atividade propõe uma verdadeira viagem pela tradição carnavalesca do Rio de Janeiro, com destaque para os inesquecíveis bailes de carnaval e as marchinhas que atravessaram gerações, ajudando a construir a identidade cultural fluminense e brasileira. Entre sons, histórias e movimentos, a oficina busca despertar memórias afetivas, valorizar a cultura popular e incentivar o encontro e a convivência em clima de festa.

A programação inclui momentos de contextualização histórica e escuta musical, confecção de máscaras carnavalescas e um animado cortejo, recriando a atmosfera alegre e vibrante dos tradicionais bailes de carnaval. Uma experiência para cantar, dançar, criar e celebrar juntos no Museu!

24 de fevereiro, terça-feira, às 11h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio de Janeiro
Capacidade: 30 pessoas
Informações e inscrições: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: livre

Educativo | Museu da Justiça | Programa Saberes Integrados
Bailinho no Museu

O Educativo do Museu da Justiça de Niterói realizará a atividade pedagógica “Bailinho do Museu”, uma oficina de confecções de máscaras carnavalescas, que contará a história das marchinhas, bailes e figuras históricas do carnaval. Através dos jogos teatrais, os participantes serão convidados a realizar um mergulho no Carnaval do início do séc. XX, em que poderão vivenciar uma experiência diferente dos dias atuais.

A atividade será realizada para um grupo previamente agendado, mas também será aberta ao público espontâneo, com a quantidade de 30 vagas, e terá duração de 1h30.

26 de fevereiro, quarta-feira, às 10:30 e 14h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Informações: 3002-4284 / 3002-4285
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

História Oral
Sr. Antônio Francisco Ligiero

Em continuidade à homenagem ao 30º aniversário da Lei 9099/95, que disciplinou os Juizados Especiais em todo Brasil, o Museu da Justiça disponibilizará neste ano mais duas entrevistas de magistrados e servidores que atuaram diretamente na implantação deste importante instrumento de acesso à Justiça no Estado do Rio de Janeiro.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça, com objetivo de preservar e divulgar a história recente da Justiça Fluminense por meio do testemunho de seus próprios agentes sob a coordenação do desembargador Ronald dos Santos Valladares. As entrevistas foram conduzidas pelo Dr. José Guilherme Vasi Werner, juiz de Direito do II Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca e estudioso do tema.

Os sumários dos depoimentos são disponibilizados na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA, através do endereço eletrônico museu.seata@tjrj.jus.br.

Antônio Francisco Ligiero é servidor do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro desde meados da década de 1990. Com formação inicial nas áreas técnicas e de exatas, acumulou experiência na indústria e no Banco do Brasil antes de ingressar no TJRJ por concurso, após passagem pelo Tribunal Regional do Trabalho. Desde então, atuou diretamente no Sistema de Juizados Especiais, trabalhando no 1º Juizado Especial Cível de Duque de Caxias e, posteriormente, no 1º Juizado Especial Cível da Capital, além de integrar a Corregedoria-Geral de Justiça em diferentes gestões do Tribunal.

Na entrevista ao Programa de História Oral do Museu da Justiça, Ligiero aborda a implantação, a expansão e a consolidação dos Juizados Especiais no Estado do Rio de Janeiro a partir de sua vivência técnica e administrativa. O depoimento situa o período de crescimento do sistema após a edição da Lei nº 9.099/1995, destacando a entrada de servidores qualificados, o fortalecimento da estrutura dos juizados e a importância da atuação articulada entre magistrados, servidores e órgãos de gestão.

Com enfoque institucional, comenta sobre a consolidação de enunciados e práticas institucionais, evidenciando sua contribuição na criação de mecanismos de controle, indicadores de produtividade e métodos de acompanhamento estatístico, inspirados em práticas da iniciativa privada e gradualmente incorporados à gestão judicial. Essas contribuições, segundo Ligiero, tiveram influência no país inteiro com a utilização dos indicadores desenvolvidos no TJRJ pelo CNJ e a padronização nacional de métricas.

Ligiero reflete ainda sobre as especificidades regionais das comarcas, a necessidade de adaptação dos modelos de gestão às realidades locais e os fatores que contribuíram para o êxito do sistema, oferecendo um panorama dos bastidores administrativos e dos desafios contínuos para assegurar maior celeridade, eficiência e proximidade do Judiciário com o cidadão.

Estreia 28 de fevereiro, sábado
Clique aqui para assistir
Classificação indicativa: livre

Fotografia dos atores trajados de deusa Themis, deusa Maat e Ruy Barbosa

Educativo | Museu da Justiça
Visita Mediada com Personagens Históricos: Deusas Themis e Maat & Ruy Barbosa

O Museu da Justiça apresenta ao público o programa Visitas Mediadas com Personagens Históricos, uma experiência interativa e imersiva que propõe um novo olhar sobre a história do direito e da justiça no Brasil. A iniciativa estreia com visitas conduzidas pelas deusas Themis e Maat, interpretadas por Dulce Penna e Bárbara Vila Nova, e com um novo roteiro protagonizado pelo jurista Ruy Barbosa, vivido por Roberto de Souza.

De forma lúdica e envolvente, as visitas exploram os espaços e elementos históricos dos prédios do Museu da Justiça no Rio de Janeiro e em Niterói, conectando a história arquitetônica dos edifícios às experiências, narrativas e simbolismos de personagens que têm a justiça como princípio central de suas trajetórias.

Com o propósito de aproximar a sociedade do universo judiciário, o programa aposta na imersão e na interatividade para abordar temas como as origens das leis, os princípios da justiça, a formação do direito no Brasil e as obras presentes nos salões históricos dos museus. A visita é conduzida por figuras emblemáticas da história e da mitologia, ampliando o diálogo entre passado e presente, motivando o visitante a refletir sobre o futuro, bem como a importância do papel da Justiça e de seus valores para o bem comum.

As Visitas Mediadas com Personagens Históricos têm a mediação do Educativo do MUSEU e a duração de 50 minutos e sendo recomendadas para todos os públicos. Para participar basta realizar um agendamento prévio nos e-mails abaixo.

Agende sua visita!
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 50 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposição
Quintal – Exposição dedicada ao aniversário da cidade de Niterói por Patrícia Grossi

Museu apresenta a exposição “Quintal”, um projeto que reúne mandalas criadas a partir de fotografias contemplativas e arte digital, inspiradas nos registros da Praia de Icaraí. A obra é uma homenagem da artista Patrícia à sua cidade natal, Niterói.

Cada mandala nasce da fusão entre imagens e inteligência artificial, funcionando como um “pincel invisível” que evoca uma natureza imaginária. Essas formas circulares se desdobram como pequenos universos, revelando a conexão profunda entre a artista e o território afetivo onde cresceu – do outro lado da Ponte Rio-Niterói.

O projeto teve início em setembro de 2020, quando Patrícia transformou suas caminhadas pela praia em uma prática meditativa. Entre passos descalços na areia e mergulhos no mar, ela silenciou a mente para contemplar a vida. Nesse processo, descobriu novas formas de habitar o espaço natural que antes era apenas cenário de passagem.

“Quintal” é uma ponte entre céu e terra, onde memórias afetivas se transformam em mandalas e o olhar encontra pertencimento. A exposição convida o público a revisitar seus próprios territórios internos e a refletir sobre a relação com o cotidiano e com os horizontes que se estendem além do que chamamos de lar.

Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça de Niterói
Edifício Des. Jalmir Gonçalves da Fonte
Espaço Multiuso
Praça da República, s/n, Centro - Niterói
Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Exposição
Tradição que Inspira - Arte que permanece

O Museu da Justiça inaugura, no dia 18 de novembro, a exposição “Tradição que Inspira – Arte que Permanece”, que celebra a atemporalidade da porcelana e da pintura. A mostra apresenta porcelanas pintadas à mão e pinturas em óleo do Ateliê Oitocentos°, dos artistas Helena de Menezes e Rigoberto Barcos, cujo trabalho une técnica refinada e sensibilidade estética, revelando a continuidade das tradições artísticas em diálogo com o presente.

A exposição conta também com obras do desembargador Marco Aurélio Fróes, que encontrou na pintura um novo modo de escuta e contemplação. Suas telas, inspiradas em casarios e memórias urbanas, traduzem o olhar sensível de quem transforma o silêncio e o cotidiano em poesia visual. Juntas, as obras compõem um percurso sobre o tempo, a beleza e a permanência da arte.

Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Hall da Lâmina III do TJRJ
Rua Dom Manuel, 37 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: livre
Entrada franca

Exposição
Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino

O Museu da Justiça inaugura, no dia 27 de novembro, a exposição “Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino”, uma homenagem a um dos maiores intelectuais brasileiros. Historiador, escritor, professor e militante incansável da igualdade racial, Joel Rufino dos Santos dedicou sua vida a pensar o Brasil sob a ótica da justiça, da cultura e da cidadania. A mostra convida o público a revisitar sua trajetória múltipla — da produção literária à atuação política e acadêmica —, revelando um homem que acreditava no poder das palavras para transformar o mundo.

Reunindo textos, imagens, objetos pessoais e obras inspiradas em suas ideias, a exposição cria uma narrativa sensível e potente sobre memória, resistência e esperança. Mais do que revisitar a história de Joel Rufino, “Entre Histórias e Utopias” propõe uma imersão em seu pensamento humanista e visionário — um convite para refletir sobre o Brasil que temos e o país que ainda podemos construir.

A exposição é fruto da parceria Museu da Justiça e o Núcleo de Atenção e Promoção à Justiça Social (NAPJUS). Instituído no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro pela Resolução OE nº 02/2025, o NAPJUS possui a missão de fortalecer a atuação do Poder Judiciário na promoção da equidade, da dignidade humana e da justiça social.

Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: Livre

Oficina de Argumentação:
Luiz Gama e a Questão Neto

O Programa Memória e Educação foi concebido para disseminar conhecimento histórico sobre a justiça e o direito brasileiros, utiliza como base o processo histórico de Luiz Gama na Questão Neto. A partir da pesquisa bibliográfica, foi elaborado um texto para leitura dramatizada. Durante a leitura, o público recebe um glossário com termos jurídicos e expressões antigas presentes no processo, preservando a imersão histórica e, ao mesmo tempo, tornando o conteúdo acessível ao explicar legislações e vocabulário não usual. Após essa etapa, os participantes são divididos em dois grupos e convidados a analisar casos fictícios envolvendo crimes de racismo e intolerância religiosa. Cada grupo deve elaborar uma carta ou comunicação sobre o crime apresentado.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada.

Educativo | Museu da Justiça
Visita Mediada ao Museu da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e de Niterói. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado nos salões históricos dos Tribunais do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Clique neste link para saber mais.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Museu da Justiça do Rio de Janeiro: (21) 3133-2721 ou e-mail: museu.educativo@tjrj.jus.br
Museu da Justiça de Niterói: (21) 3002-4284 ou e-mail: museu.niteducativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Fotografia de drone, com visão do aerea do Museu da Justiça.

Educativo | Museu da Justiça
Visita mediada: Ao redor da Justiça

O Museu da Justiça, para além das suas quatro paredes, explora as histórias e memórias do seu entorno. Situado em um lugar histórico, caminhar pela rua Dom Manuel, é como entrar em uma máquina do tempo, perpassando pelo antigo bairro da Misericórdia até o antigo Paço Real, atual Praça 15 de novembro, um verdadeiro lugar de disputas de memórias. Essa visita tem como objetivo conscientizar magistrados, servidores e colaboradores desse território cheio de histórias e memórias da Cidade do Rio de Janeiro, no particular, e do Brasil, no geral.

Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Agendamento de grupos e escolas:
Telefone: (21) 3133-3768
E-mail: museu@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 12

Educativo | Museu da Justiça
Visita mediada: Desvendando a arquitetura do Museu da Justiça

Desvendando a Arquitetura do Museu da Justiça é uma visita educativa que busca investigar os elementos artísticos e históricos que constituem os corredores, salões e caminhos do antigo Palácio da Justiça. Através de uma abordagem didática e interativa, os visitantes serão convidados a explorar os detalhes da composição arquitetônica do prédio e refletir sobre suas temporalidades e contextos de formação. O objetivo do passeio é (re)descobrir sentidos e significados escondidos nos conjuntos ou perdidos por efeito do tempo.

Agende sua visita!
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Edifício Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Número de visitantes: máximo 30 pessoas
Duração: 60 minutos
Telefone: (21) 3133-3553 ou 3133-3768
E-mail: museu.seami@tjrj.jus.br
Clique neste link para acessar o formulário de agendamento
Participação franca
Classificação indicativa: 14

Exposições de longa duração
“Origens do Direito e princípios da Justiça”
“História do Direito e da Justiça no Brasil”

Com o objetivo de aproximar a sociedade do universo jurídico e fortalecer a formação cidadã, o Museu da Justiça inaugura duas exposições de longa duração que apostam na imersão e interatividade para abordar as origens das leis, os princípios da justiça e a trajetória do direito no Brasil. As novas salas convidam o público a refletir sobre o papel da Justiça na construção da sociedade, conectando passado e presente de forma dinâmica e acessível.

Na primeira exposição, os visitantes iniciam sua jornada explorando os primeiros códigos jurídicos da história da humanidade, como o Código de Hamurabi e a Lei das Doze Tábuas, em uma linha do tempo que revela como as leis foram moldando as civilizações. Já na segunda sala, o foco se volta para o Brasil, com uma cronologia temática das principais leis, instituições jurídicas e casos judiciais emblemáticos. Figuras históricas como o advogado abolicionista Luiz Gama, o líder Guarani e ambientalista Marçal Tupã-Y e a presa política Inês Etienne Romeu surgem como protagonistas de lutas por justiça que atravessam a história brasileira.

Visitação de segunda a sexta, das 11h às 17h
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Ed. Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manoel, 29, – Centro, Rio de Janeiro/RJ
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

Imagens dos cartazes das exposições Arte, Educação e Sustentabilidade; Mostra o Escultor da Justiça: Um Olhar artístico sobre Deocleciano; Centenário do Antigo Palácio da Justiça de Niterói; e Mostra de Documentos Judiciais: Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo, sobre um fundo azul.

Exposição
Exposições virtuais do Museu da Justiça

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça são concebidas a partir de pesquisas desenvolvidas pelas suas equipes, do acervo sob sua guarda ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e os desafios da sociedade contemporânea. Além de exposições presenciais, disponibilizamos em nosso portal diversas exposições que podem ser acessadas de onde você estiver.

Para visitar as exposições virtuais e saber mais sobre as exposições presenciais, acesse: Clique aqui para acessar a página de Exposições

Classificação indicativa: livre