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Novo episódio de "Quem Sente na Pele" destaca desafios e conquistas de mães atípicas
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 19/03/2026 17h46

A imagem apresenta um layout gráfico simples e impactante, com fundo em tom roxo/lilás.  No centro, há um texto em letras grandes, brancas e em negrito, organizado de forma vertical e com variação de tamanho entre as palavras, formando a frase: “QUEM SENTE NA PELE”. A palavra “SENTE” aparece em destaque, maior que as demais, reforçando a mensagem.  Ao fundo, de maneira sutil, há traços gráficos em linhas finas que lembram contornos ou elementos abstratos, quase como uma textura, sem interferir na leitura do texto principal.


 

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) lança um novo episódio da série Quem Sente na Pele, com foco em maternidade atípica — realidade vivida por mães e cuidadoras de crianças e adultos com deficiência. 

Com depoimentos marcados pela franqueza e pela força, o episódio reúne a juíza  da Vara de Família, Infância, Juventude e Idoso de Magé, Erika Bastos de Oliveira Carneiro, e a juíza do 16º Juizado Especial Cível e da 4ª Turma Recursal, Keyla Blank De Cnop, ambas magistradas do TJRJ. Cada uma, a partir de sua história, traça um panorama que vai da dor do diagnóstico à luta por direitos, passando pelos desafios concretos de conciliar a carreira com os cuidados de um filho com deficiência.

A juíza Erika é mãe de Lucas, 10 anos, que tem paralisia cerebral como sequela de um parto prematuro. Já a a magistrada Keyla é mãe de Artur, hoje com 21 anos, diagnosticado com autismo aos 2 anos e 2 meses. O diagnóstico a transformou em ativista: ela integrou o grupo de pais que articulou, junto ao Congresso Nacional, a aprovação da Lei Berenice Piana — legislação federal que reconhece o autismo como deficiência e garante direitos às pessoas no espectro. 

As duas magistradas também abordam a Resolução 343 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), norma que regulamentou condições especiais de trabalho para magistrados com filhos ou dependentes com deficiência, e que ambas identificam como um divisor de águas para a dignidade profissional de quem vive a maternidade atípica.

 

 

SL/SF