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Programação do Museu da Justiça tem oficina, lançamento de livro e orquestra de flautas
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 30/04/2026 15h25

 

 


O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), por meio do Museu da Justiça, preparou, para a próxima semana, atividades gratuitas abertas ao público. Confira abaixo a programação:

05 de maio (terça-feira)

Educativo do Museu realiza oficina “Quem Somos Nós”

O Educativo do Museu da Justiça, em decorrência da celebração ao Dia dos Povos Originários, no dia 19 de abril, e com o intuito de resgatar a memória que por muito tempo foi esquecida, realizará a oficina “Quem Somos Nós?”, visando à elaboração de desenhos e experimentações artísticas a partir do resgate de mitos e histórias indígenas, tais como o mito do Caboclo Tapindaré e da deusa-onça Kianumaka-Manã. A oficina objetiva a livre expressão artística a partir da revisitação do passado, estimulando também a produção de textos e movimentações corporais.

Serviço:

Local: Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro.

Endereço: Rua Dom Manuel, 29, 1º andar, Sala 118 – Centro, Rio de Janeiro

Horário: 11h

Informações e inscrição: museu.educativo@tjrj.jus.br ou (21) 3133-2721

Classificação Livre | Entrada Franca

 

6 de maio (quarta-feira)

Museu Convida bate-papo e lançamento do livro Joel, o contador de histórias, de Cintia Barreto

Marcando o encerramento da exposição "Entre Histórias e Utopias: o legado de Joel Rufino", uma homenagem a um dos maiores intelectuais brasileiros, o Museu da Justiça convida o público a prestigiar o bate-papo com lançamento do livro Joel, o contador de histórias, de Cintia Barreto.

O livro infantil é uma homenagem ao escritor e historiador Joel Rufino dos Santos, pioneiro na luta antirracista. Na narrativa, Joel é uma criança que cresce ouvindo as histórias que a avó contava, e, desde cedo, ganhava do pai revistas em quadrinhos e livros, os quais guardava em uma caixa, que era seu tesouro. Assim, pelo contato com a história oral e escrita, Joel se tornou uma criança criativa e grande contadora de histórias, que enxergava, de muitas maneiras, o mundo ao seu redor.

Compondo a mesa de bate-papo estarão presentes, além da autora Cintia Barreto, Teresa Garbayo dos Santos, Mariana Warth, Maximiliano de Souza e Giuliano de Miranda Junior, pessoas importantes na produção da obra, na vida de Joel Rufino dos Santos e/ou na realização da exposição.

Serviço:

Local: Museu da Justiça do Rio de Janeiro

Endereço: Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, Salão Nobre

Rua Dom Manuel, 29, 3º andar – Centro, Rio de Janeiro

Horário: 15h

Informações: https://www.tjrj.jus.br/web/museu/eventos  

Entrada Franca | Capacidade: 40 pessoas | Classificação livre

 

7 de maio (quinta-feira)

Museu convida “Orquestra Carioca de Flautas” com tributo aos povos negros e originários  

O Museu da Justiça recebe a Orquestra Carioca de Flautas em um concerto que celebra a memória, a ancestralidade e a riqueza cultural dos povos negros e originários. Em diálogo com a comemoração do Dia dos Povos Indígenas (19 de abril) e da Abolição da Escravidão no Brasil (13 de maio), a apresentação propõe uma reflexão sensível sobre identidade, resistência e herança cultural por meio da música.

Idealizada por Sérgio Barrenechea e criada em 2016, a Orquestra Carioca de Flautas consolidou-se como um dos principais grupos dedicados à formação de flautas no país, com presença em importantes espaços culturais do Rio de Janeiro. O conjunto se destaca por explorar toda a família do instrumento — do flautim às flautas graves — e por sua atuação como um verdadeiro laboratório criativo, dedicado à difusão de novos arranjos e à valorização da música brasileira, especialmente a produção carioca.

Sob regência de Eduardo Lagreca Fan, o grupo apresenta um repertório que transita entre o choro, o samba e a música de concerto, com obras de compositores como Caymmi, Raul Costa d’Avila, Paulinho da Viola, Pixinguinha, Áurea Regina Coelho e Tim Maia. A proposta artística evidencia elementos ligados às matrizes africanas e indígenas, promovendo representatividade e convidando o público a reconhecer, na música, as raízes profundas da cultura brasileira.

Para conferir a apresentação, o público deverá retirar uma senha gratuita na recepção do Museu com trinta minutos de antecedência.

Serviço:

Local: Museu da Justiça do Rio de Janeiro

Endereço: Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, Sala Multiuso. Rua Dom Manuel, 29, térreo – Centro, Rio de Janeiro

Horário: 12h30

Entrada Franca

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