Desembargadores participam de workshop inédito sobre o sistema eproc
Desembargadores de Câmaras de Direito Público participaram, nesta quinta-feira (17/10), do primeiro workshop sobre o sistema eproc para o 2º grau no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).
O encontro foi promovido pelo Departamento de Aperfeiçoamento de magistrados (DEAMA) da Escola da Magistratura (EMERJ) e realizado na Biblioteca TJERJ/Emerj Desembargador José Carlos Barbosa Moreira.
O presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo; e o 1º vice-presidente, desembargador Caetano Ernesto da Fonseca Costa estavam entre os alunos.
A governança tecnológica é um dos pilares da gestão do presidente Ricardo Cardozo, que considera a implantação do sistema eproc um motivo de orgulho. Ele destacou a relevância do treinamento: “É muito importante oferecermos esse curso para os desembargadores, familiarizá-los com o eproc e esclarecer algumas dúvidas sobre a funcionalidade do sistema”.
O workshop
O objetivo do workshop “Eproc para desembargadores de Câmaras de Direito Público” é proporcionar uma compreensão abrangente do novo sistema a fim de garantir a transição eficiente e eficaz das operações judiciais para a nova plataforma e assegurar que os(as) desembargadores(as) adquiram as habilidades mínimas necessárias para otimizar o uso do eproc, promovendo maior celeridade e segurança nos trâmites processuais.
Sob a coordenação dos juízes Alberto Republicano de Macedo Júnior, auxiliar da Presidência, e Rodrigo Moreira Alves, que também atuam como mediadores, o workshop é ministrado pelos servidores Fabiano Aleixo Vieira e Mariana Simas Claveland de Oliveira.
O juiz Alberto Republicano explicou que o treinamento possibilita aos magistrados um contato prévio ao novo sistema. “Nós temos que mudar a nossa cultura, alterar e ajustar o nosso modo de trabalho, especialmente no 2º grau, com aquilo que o sistema nos proporciona. O módulo de 2º grau engloba questões de sessões de julgamento, disponibilização de pauta. Há uma significativa mudança em relação ao que temos hoje no eJUD e o que o eproc nos proporciona”, pontuou.
“A ideia é fazer cursos periódicos, os workshops para desembargadores, inclusive das outras áreas, porque o tratamento do módulo de 2º grau do eproc é similar para todas as competências”, concluiu o juiz.
Fotos: Rosane Naylor
Departamento de Comunicação Interna