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Centro Cultural do Poder Judiciário faz última apresentação do espetáculo “A Descoberta das Américas”
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 19/01/2026 13h18

A imagem é um cartaz de divulgação cultural com fundo predominantemente escuro, em tons de preto e verde, criando uma atmosfera dramática e teatral. No centro, aparece a figura de um homem com barba e cabelos longos, iluminado de forma intensa e contrastante, com expressão forte e gestos amplos, sugerindo uma cena teatral. A iluminação realça o rosto e as mãos, reforçando o caráter dramático da composição. No canto superior esquerdo, lê-se o título do projeto “Justiça em Cena”, com tipografia artística: a letra “C” é grande e estilizada em laranja, enquanto o restante do texto aparece em branco e laranja. Logo abaixo, a palavra “Apresenta:” introduz o nome do espetáculo. O título da peça é “A descoberta das Américas!”, escrito em letras brancas, com estilo manuscrito e artístico, acompanhado de um elemento gráfico que remete a máscaras teatrais. Abaixo, há o subtítulo: “Uma nova versão do início da colonização do ‘Novo Mundo’.”


Sucesso nas duas primeiras apresentações realizadas nos dias 13 e 14 de janeiro, o espetáculo “A Descoberta das Américas” faz a sua última exibição na próxima quarta-feira, 21 de janeiro, às 18h30, na Sala Multiuso. A peça é uma iniciativa do programa teatral "Justiça em Cena", do Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ) e conta com a atuação de Julio Adrião e direção de Alessandra Vannucci.

O espetáculo aposta na simplicidade, lançando mão apenas dos recursos cênicos indispensáveis, num registro de interpretação enérgico e dinâmico que estabelece uma comunicação direta e próxima com o público. Um ator só em cena, sem cenário, com figurino e iluminação reduzidos ao mínimo, atuando num estado essencial, de emergência. O protagonista, acossado por uma cruel economia da fome que o faz engenhoso, precisa sobreviver para narrar sua história. Para dar vida a todos os personagens – indígenas, espanhóis, cavalos, galinhas, peixinhos, Jesus e Madalena – ele estabelece um pacto de cumplicidade com os espectadores. Cria com eles um código gestual, mímico e sonoro que faz com que o público saiba o que acontecerá antes mesmo do personagem narrador. Cada detalhe provoca a lembrança do seguinte, como numa história contada de improviso e pela primeira vez.

Serviço:

Local: Sala Multiuso – Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro. Endereço: Rua Dom Manuel, 29, Centro.

Horário: 18h30

Clique neste link para mais informações.

Entrada franca

IA/ MG