Plataforma +Acordo é incorporada a Portal de Boas Práticas do CNJ
A Plataforma +Acordo, desenvolvida no âmbito do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (Nupemec/TJRJ), foi incorporada ao Portal de Boas Práticas do Poder Judiciário, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no eixo temático Conciliação e Mediação. A inclusão da iniciativa no banco nacional do Conselho destaca o potencial da ferramenta digital para fortalecer a cultura do diálogo e ampliar o uso de métodos consensuais de solução de conflitos no Judiciário.
A plataforma foi desenvolvida sob a coordenação do presidente do Conselho Administrativo da Escola de Mediação (Emedi) e do Nupemec, desembargador Cesar Cury. A ferramenta foi concebida para ampliar as possibilidades de diálogo entre as partes, oferecendo um ambiente digital estruturado que permite a construção de acordos de forma segura, organizada e eficiente.
O Portal de Boas Práticas do CNJ reúne iniciativas desenvolvidas por tribunais e órgãos do Poder Judiciário que apresentam resultados relevantes para o aprimoramento da Justiça. A inclusão das práticas ocorre após a avaliação de critérios como eficiência, inovação, impacto institucional e contribuição para a melhoria da prestação jurisdicional.
Com a incorporação ao portal, a Plataforma +Acordo consolida-se como uma referência nacional em soluções digitais voltadas à consensualidade, podendo inspirar outros tribunais na adoção de ferramentas tecnológicas que incentivem a negociação e a construção de acordos.
Para o desembargador Cesar Cury, a incorporação ao portal do CNJ representa mais um reconhecimento da relevância da iniciativa. “A construção de soluções consensuais é um dos caminhos mais relevantes para o futuro da Justiça. A Plataforma +Acordo foi concebida justamente para ampliar esse espaço de diálogo, permitindo que conflitos possam ser resolvidos de forma mais rápida, eficiente e participativa", ressaltou.
A iniciativa está alinhada às diretrizes do CNJ de incentivo à conciliação e à mediação como instrumentos adequados para a solução de conflitos, contribuindo para a redução da litigiosidade e para a promoção de uma Justiça mais célere, eficiente e acessível.
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Fonte: Nupemec
Edição: SF/TJRJ