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Orquestra Sinfônica Jovem do Rio percorre três séculos da música em apresentação
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 20/05/2026 11h15

              Público acompanhou apresentação da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio durante nova edição do Justiça em Concerto 

 

Uma travessia por diferentes épocas, estilos e tradições musicais marcou a edição da última terça-feira, dia 19, do programa “Justiça em Concerto", promovido pelo Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), no auditório Antônio Carlos Amorim, no Fórum Central do Rio. 

Com o tema “Passeio pelo Tempo – 3 Séculos de Música Clássica”, a apresentação reuniu obras de compositores europeus e brasileiros interpretadas pela Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro (OSJRJ), conduzindo a audiência por diferentes momentos da história da música, do barroco de Johann Sebastian Bach ao samba de Noel Rosa. 

            A apresentação reuniu obras do repertório erudito europeu e composições brasileiras de diferentes períodos históricos 

Durante a apresentação, o público acompanhou interpretações de peças clássicas como o Concerto de Brandemburgo nº 5, de Bach e a Sinfonia nº 40, de Mozart. O programa também abriu espaço para referências brasileiras, com execuções de Corta-Jaca,  de Chiquinha Gonzaga, Brejeiro, de Ernesto Nazareth, e Feitiço da Vila, de Noel Rosa. 

Integrante da OSJRJ desde 2016, o fagotista Gabriel Gonçalves dos Reis, de 28 anos, participou da apresentação como solista ao interpretar o Concerto em Mi Menor, de Vivaldi, e explicou a proposta do evento. “A ideia é apresentar a história musical desse período, mas não apenas com concertos solos, que têm uma textura específica. Também buscamos trazer repertórios mais populares, como forma de aproximar a orquestra do público”. 

                                               O fagotista Gabriel Gonçalves dos Reis (ao centro) faz parte da orquestra desde 2016 

Já o flautista Felipe Gleison Arcanjo, de 27 anos, que integra a orquestra desde 2020, destacou o papel da iniciativa na formação artística e no desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens participantes do projeto. “A orquestra representa, para mim, a possibilidade de levar a música erudita a pessoas que talvez não tivessem acesso a ela, além de oferecer uma segunda chance para muitos que decidiram viver da música”. 

                                         O flautista Felipe Gleison Arcanjo (ao centro) se apresentou como solista durante o concerto 

Fruto do programa Ação Social pela Música do Brasil (ASMB), a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro atua na formação de jovens músicos, utilizando a educação musical como ferramenta de inclusão e desenvolvimento social. 

VM/ SF

Fotos: Rafael Oliveira / TJRJ