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Edição especial da "Troca de Livros" tem roda de conversa sobre preservação ambiental
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 26/06/2026 17h17

A imagem mostra uma roda de conversa realizada em um salão histórico, com participantes sentados em círculo para acompanhar o debate. No centro, um homem segura um microfone enquanto fala ao público, ao lado de uma mulher também sentada, que acompanha a discussão. Os participantes, distribuídos em cadeiras ao redor dos debatedores, ouvem atentamente a apresentação. Em primeiro plano, uma pessoa registra o encontro com um celular. O ambiente é amplo e elegante, com piso de madeira, paredes ornamentadas com detalhes em azul e branco, grandes colunas, luminárias clássicas e diversas plantas distribuídas pelo espaço, conferindo um clima acolhedor. Ao fundo, móveis de época e amplas portas reforçam o caráter histórico do local.

                                         Além da troca de livros, o evento também contou com uma roda de conversa sobre preservação ambiental

 

A edição especial da ação “Troca de Livros”, promovida pelo Museu da Justiça do Rio na manhã desta quinta-feira, 25 de junho, reuniu participantes para refletir sobre o papel da literatura na preservação de memórias e na valorização de trajetórias individuais e coletivas. Entre os convidados estava o gerente de Restauração Ambiental Restauração Ambiental da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), Alan Henrique Marques de Abreu, que falou sobre a importância do livro.

“O livro é uma ferramenta importante para registrar experiências e dar visibilidade a histórias que merecem ser contadas", disse o engenheiro florestal.

Esta edição, realizada em parceria com a Secretaria-Geral de Sustentabilidade e Responsabilidade (SGSUS) dentro da programação do Mês do Meio Ambiente, contou com uma roda de conversa sobre a preservação ambiental e a ressocialização por meio da leitura. 

Durante a conversa, Alan Henrique também falou sobre a trajetória de 25 anos do programa Replantando Vida, uma iniciativa socioambiental da Cedae que emprega e capacita pessoas em cumprimento de pena para atuar na restauração da Mata Atlântica, já tendo plantado cerca de 4,5 milhões de mudas ao longo de sua atuação.

                 A troca contou com exemplares que iam desde livros sobre Direito Penal até obras de autores renomados, como George Orwell

 

“No caso do Replantando Vida, o livro permite documentar as melhorias alcançadas e a relevância do trabalho realizado. No serviço público, em um contexto de muitas demandas e poucos profissionais, documentar essas experiências também significa reconhecer os resultados alcançados”, afirmou Abreu, que também atua como o responsável do projeto.

Já a diretora do Museu, Silea Santa Rosa Macieira, destacou que o projeto “Troca de Livros” é, por si só, um modelo de sustentabilidade e economia circular, promovendo o intercâmbio gratuito e a reciclagem de obras literárias. Ela também ressaltou a parceria com a SGSUS na realização do evento: “As boas parcerias institucionais ratificam a orientação da nossa casa”.

O encontro foi encerrado com um momento de descontração, marcado pelo sorteio de exemplares de livros sobre o Replantando Vida. A sorte sorriu para a historiadora e arquivista do Serviço de Acervo Textual, Audiovisual e de Pesquisas Históricas (Seata), Adriana da Costa Camelo.

“A iniciativa possibilita tanto a servidores quanto a visitantes uma oportunidade de enriquecimento cultural por meio da leitura e das obras doadas”, contou a participante.

VM/IA

Fotos: Felipe Cavalcanti / TJRJ