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Juíza é empossada no Judiciário fluminense após permuta com Tribunal de Justiça de Goiás
Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 04/08/2026 15h59

A fotografia mostra duas pessoas posando lado a lado em um ambiente institucional. À esquerda, o presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, que veste toga preta sobre terno escuro, camisa branca e gravata azul, com um cordão vermelho característico da vestimenta da magistratura. À direita, a juíza lanna Rosa Dantas Lents, uma mulher sorri para a câmera usando toga preta com jabô branco e faixa branca na cintura, também traje tradicional utilizado por magistrados em cerimônias oficiais. Ao fundo, há um painel de madeira escura. À esquerda da imagem, uma mesa exibe diplomas, placas de homenagem e outros objetos decorativos. Acima dela, um quadro emoldurado retrata uma cena campestre, com uma pessoa sentada sob árvores e animais ao redor. À direita, um vaso com uma planta de folhas verdes completa o ambiente.

Juíza Ilanna Rosa Dantas Lents ao lado do presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, durante solenidade de posse 

A juíza Ilanna Rosa Dantas Lents tomou posse, nesta segunda-feira, 3 de agosto, em solenidade realizada no gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). A magistrada passa a integrar a Corte fluminense após troca interestadual de juízes realizada com o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO). A cerimônia foi conduzida pelo presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, e contou com a presença de magistrados, familiares e convidados da nova juíza.

Natural de Niterói, Ilanna Rosa Dantas Lents foi aprovada no 57º Concurso Público para Juiz Substituto do TJGO, onde atuou por três anos. Com a posse, ela passará a atuar na 1ª Vara da Comarca de Saquarema.

“Eu sou de Niterói, estudei na UFRJ, tive a oportunidade de fazer Escola de Magistratura do Estado do Rio (Emerj) e de trabalhar em várias varas e câmaras do TJRJ. A sensação de voltar para casa é muito boa. Óbvio que criei raízes lá no Tribunal de Goiás, também, o qual deixo com muito pesar; mas é uma alegria voltar para casa e poder contribuir para o sistema judiciário fluminense”, declarou.

A permuta é aberta a magistrados do primeiro e segundo graus e está prevista no artigo 93, inciso VIII-B, da Constituição Federal. A medida foi regulamentada em 2024 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução nº 603/2024. O requerimento de permuta deve ser apresentado simultaneamente aos tribunais de origem e de destino. 

MG/IA 

Foto: Rafael Oliveira/TJRJ