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Objetivo

Fomentar a autonomia econômica e o protagonismo das mulheres quilombolas por meio da inclusão em contratos, programas e parcerias institucionais que ampliem oportunidades de trabalho e renda e contribua para ampliação da diversidade racial no TJRJ.

Metodologia

Criação de banco de dados que possibilite ao TJRJ incluir mulheres quilombolas nas políticas de contratação e nos programas institucionais de estágio e residência, em conformidade com as recomendações contidas na Resolução CNJ nº 497/2023, mediante articulação direta com a Associação de Comunidades Remanescentes de Quilombos do Estado do Rio de Janeiro e elaboração de listagem de nomes;

Articulação, em parceria com a Associação de Comunidades Remanescentes de Quilombos do Estado do Rio de Janeiro, para implementação de um cadastro participativo voltado à promoção de oportunidades de trabalho e inclusão econômica de mulheres quilombolas, em consonância com as diretrizes da Resolução CNJ nº 497/2023;

Ampliar o acesso de mulheres quilombolas às vagas de estágio e residência jurídica do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, garantindo ampla divulgação dos editais e articulando mecanismos de inclusão e acompanhamento, em parceria com a ACQUILERJ e as unidades responsáveis pelos programas;

Articulação com instituições que compõem a Rede de Enfrentamento à violência doméstica universidades, organizações sociais e lideranças locais para fomentar a empregabilidade de mulheres quilombolas.

Impactos

Promoção da autonomia econômica, social e política das mulheres quilombolas;

Geração de renda e fortalecimento da inserção produtiva dessas mulheres em ambientes institucionais.

Metas

Elaborar e disponibilizar um banco de dados de mulheres quilombolas até junho de 2026, em articulação com a ACQUILERJ, reunindo informações sobre perfil profissional e áreas de interesse, para subsidiar contratações e parcerias institucionais.

Firmar parcerias institucionais até novembro de 2026 voltadas à promoção de oportunidades de trabalho digno e inclusão econômica de mulheres quilombolas, em consonância com a Resolução CNJ nº 497/2023.

Articular, até novembro de 2026, a inclusão de critérios de diversidade racial e territorial nos programas de estágio e residência jurídica do TJRJ, com foco na participação de mulheres quilombolas.

Realizar, até novembro de 2026, duas campanhas anuais de divulgação dos editais de estágio e residência jurídica voltadas às comunidades quilombolas, em parceria com a ACQUILERJ.