Central de Processamento é destaque no 2° dia do 97° Encoge - Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro
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Central de Processamento é destaque no 2° dia do 97° Encoge
2ª Revista das Corregedorias da Justiça é lançada
No segundo dia do 97° Encontro Nacional do Colégio de Corregedoras e Corregedores-Gerais da Justiça (Encoge), nesta quinta-feira, 7 de maio, a Central de Processamento (CEPROC) da Corregedoria Geral da Justiça do Rio de Janeiro foi apresentada para representantes de tribunais de todas as regiões do país.
O juiz auxiliar da Corregedoria, Josué de Matos Ferreira, e a servidora Jelian de Souza Fritz, coordenadora da CEPROC, apresentaram o painel “Perspectivas e conquistas na centralização do processamento como alternativa metodológica para aumento da eficiência operacional no TJRJ”.
O juiz Josué de Matos Ferreira apresentou o trabalho da CEPROC, destacou que se trata de um conjunto de soluções e esclareceu: “Não é apenas um apoio no funcionamento e na operação das unidades, mas também um apoio aos juízes na própria atividade desenvolvida pelos seus gabinetes.”
O objetivo, segundo o juiz, com a criação da Central, era a redução da taxa de congestionamento de processos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Em 7 meses, desde que a CEPROC foi inaugurada, o prazo médio de movimentação dos processos passou de 35 dias para 22, uma redução de 37%, enquanto a janela de movimentação passou de 93 dias para 35, uma redução de 62%.
A coordenadora da CEPROC ainda explicou que a meta inicial era reduzir o acervo geral de processos em 10% no prazo de 1 ano, porém, em 7 meses, a meta inicial já foi cumprida. De setembro de 2025 até março deste ano, o total do acervo passou de 41.567 processos para 36.417, uma redução de 12%.
Instituído pelo Provimento CGJ nº 59/2025, publicado em 26 de agosto no Diário da Justiça Eletrônico, a CEPROC marca uma mudança estrutural na forma como os processos tramitam. A Corregedoria passou a assumir diretamente etapas que antes eram realizadas pelos cartórios das varas, criando equipes especializadas em elaboração de minutas, atendimento ao jurisdicionado, pesquisas patrimoniais e de endereço, mandados de pagamento e precatórios.
Lançamento da 2ª Revista das Corregedorias da Justiça
A 2ª Revista das Corregedorias da Justiça, com o tema “O Direito Na Era Digital”, foi lançada nesta quinta-feira. Esta edição aborda temas como o impacto de inovações tecnológicas no processo penal, a irreversibilidade tecnológica e desafios estruturais ao direito, a transformação estrutural da função jurisdicional na era da justiça digital, entre outros.
O corregedor-geral da Justiça e presidente do Colégio de Corregedoras e Corregedores da Justiça do Brasil (CCOGE), Claúdio Brandão de Oliveira, foi o autor da carta de apresentação, e enfatizou o compromisso com a inovação do Direito diante do progresso tecnológico: “Renovamos, assim, o compromisso com a excelência, a inovação e a efetividade da prestação jurisdicional, certos de que a integração entre Direito e tecnologia é caminho inexorável para a construção de uma Justiça compatível com as exigências do nosso tempo.”
O corregedor ainda agradeceu ao diretor-geral da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), desembargador Cláudio dell’Orto, pela cooperação e viabilização da produção da revista por meio da editora da Escola.
Encontro Institucional
As corregedoras e corregedores foram recebidos no Palácio das Esmeraldas pelo governador de Goiás, Daniel Vilela. Na ocasião, o governador recebeu do presidente do CCOGE, desembargador Cláudio Brandão de Oliveira, a medalha Décio Erpen, conferida a autoridades públicas e privadas reconhecidas pelos notáveis serviços prestados ao CCOGE ou que contribuíram para o fortalecimento, aperfeiçoamento e celeridade da prestação jurisdicional.
ML*/DF-ASCOM
*Estagiário sob supervisão
Fotos: Agno Santos/TJGO
Divulgação/CGJ







